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ESTUDO LIGA DURAÇÃO DO SONO AO RISCO DE PROBLEMAS CARDÍACOS
Um estudo publicado no American Journal of Epidemiology apresenta mais evidências de que dormir demais ou muito pouco pode ser prejudicial para o coração. Avaliando mais de 58 mil chineses a partir de 45 anos de idade que viviam em Cingapura, os pesquisadores descobriram que aqueles que dormiam menos de cinco horas por noite ou mais de nove horas eram mais propensos a morrer de doença cardiovascular (57% e 79% maior risco, respectivamente) do que os participantes que dormiam sete horas por noite. Eles notaram que aqueles que dormiam demais ou muito pouco tinham mais fatores de risco, como tabagismo e alimentação pobre em vegetais e rica em gorduras. Mas , ajustando os resultados com esses fatores de risco, houve uma relação independente entre horas de sono e problemas cardiovasculares. Os resultados mostraram também que diabetes e hipertensão, por estarem associadas às duas condições, podem ajudar a explicar essa relação.
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CARIOCAS MAIS HIPERTENSAS
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O Rio é o Estado com o maior porcentual de mulheres com o diagnóstico de hipertensão arterial, de acordo com o Ministério da Saúde. Segundo a pesquisa Vigitel, realizada em todo País , 30,7% das moradoras do Estado relataram ter pressão alta. Histórico familiar, sedentarismo, obesidade, má alimentação, excesso de sal, tabagismo e estresse são algumas das causas da doença crônica. Entre os homens, o Rio de Janeiro ficou em quarto lugar, com 22,2% de hipertensos, atrás de Campo Grande (MS), João Pessoa (PB) e Recife (PE).
“O índice de hipertensão está aumentando porque a população está envelhecendo. Além disso, hábitos como o consumo de alimentos ricos em sal e a própria vida nas grandes cidades, mais ansiedade e estresse são fatores que contribuem para um maior número de casos”, explica a gerente do programa de hipertensão e diabete da Secretaria municipal de Saúde, Cláudia Ramos.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Hipertensão, anualmente, quase 300 mil pessoas morrem no Brasil em razão de doenças cardiovasculares, mais da metade decorre da pressão alta. Um dos problemas da hipertensão é que ela é uma doença silenciosa, ou seja, não tem sintomas no início.
“Geralmente a pessoa não tem sintomas. E só descobre que tem a doença quando tem alguma complicação e vai parar na emergência de um hospital”, alerta Cláudia, acrescentando que a recomendação é que em toda consulta médica seja verificada a pressão. “É a única forma de se descobrir o problema no início”, ressalta.
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Outro problema, segundo o médico Ricardo Oliveira Dreux, do Posto de saúde Coelho Neto, é o acompanhamento inadequado. Apenas 23% dos hipertensos controlam corretamente a doença. Além disso, 36% não fazem controle algum e 41% abandonam o tratamento, após melhora inicial da pressão arterial, de acordo com a sociedade. “Muitos pacientes abandonam o tratamento. O ideal é que se faça pelo menos três consultas anuais se o paciente não tiver alguma intercorrência”, afirma. A doméstica Maria da Penha Lima, 41 anos, levou um susto na última quinta-feira e chegou a ficar um dia em observação na UPA da Tijuca. Hipertensa, ela descobriu a doença há três anos durante a gravidez. Mas interrompeu o tratamento depois que a pressão foi estabilizada.
Maria da Penha prometeu fazer o tratamento. “Parei de ir ao médico porque ele me disse que a pressão estava boa. Na UPA, o médico disse que eu poderia ter enfartado. Minha pressão chegou a 25 por 15 e não descia. Vou me cuidar porque tenho uma filha de três anos e uma netinha”, diz, afirmando que vai emagrecer e fazer exercícios.
E ela está certa. Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, a pressão alta é responsável por 40% dos infartos, 80% dos acidentes vascular cerebral (AVC) e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. “A hipertensão não tratada afeta os vasos sanguíneos. Pode provocar perda de visão, derrame cerebral e insuficiência cardíaca”, afirma Dreux. O Vigitel é feito por entrevistas telefônicas realizadas nos estados brasileiros. Em 2007, foram feitas 54.251 entrevistas, entre julho e dezembro. O estudo é feito anualmente, desde 2006, com maiores de 18 anos. (08/09/08)
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VINHO TINTO E "CORAÇÃO JOVEM"
Uma substância química encontrada no vinho tinto pode ajudar a manter o coração "geneticamente jovem", segundo um estudo publicado no jornal acadêmico PLOS One. Pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison descobriram que o polifenol resveratrol parece capaz de frear mudanças no funcionamento dos genes do coração associadas à idade. Os efeitos parecem imitar os obtidos com uma dieta baixa em calorias - conhecida por prolongar a vida.
Acredita-se que o resveratrol, também encontrado em uvas e romãs, pode ser uma das causas para o chamado "paradoxo francês" - a relativa longevidade dos franceses apesar de sua dieta rica em gorduras animais, prejudiciais ao funcionamento das artérias. Outros estudos já indicaram que um copo de vinho tinto durante as refeições pode ajudar a combater problemas do coração.
Os cientistas de Wisconsin pesquisaram os efeitos do resveratrol em ratos de "meia-idade", olhando para o impacto no funcionamento dos genes do coração. O processo natural de envelhecimento em seres humanos e outros animais é marcado por mudanças nas funções de milhares de genes do órgão. Apesar de as conseqüências exatas dessas mudanças não serem totalmente compreendidas, acredita-se que elas contribuam para o enfraquecimento gradual do coração.
Os ratos que receberam doses de resveratrol pareciam apresentar menos mudanças nas funções dos genes do que os que não receberam a substância. Os pesquisadores também notaram semelhanças entre as mudanças associadas ao resveratrol e aquelas percebidas em ratos que receberam uma dieta baixa em calorias, levando à conclusão de que a substância pode ter um efeito semelhante.
"Deve haver algumas reações bioquímicas importantes que são ativadas em resposta à restrição calórica, o que, por sua vez, pode ativar muitas outras reações - e o resveratrol parece fazer o mesmo", disse Tomas Prolla, um dos autores do estudo. Mas uma pesquisadora do Imperial College, em Londres, que examinou os efeitos do resveratrol em doenças do pulmão, disse que a substância não fica no corpo tempo suficiente para ter qualquer efeito.
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"A molécula de resveratrol é rapidamente retirada da corrente sangüínea e metabolizada pelo fígado", disse Louise Connelly. "Para obter qualquer efeito, você teria de beber galões de vinho, o que não é recomendável", completou. Connelly disse que a única maneira de os seres humanos absorverem os efeitos do resveratrol seria o desenvolvimento de uma forma da substância que superasse esse problema. (04/06/08)
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MEDICAR PRÉ - OSTEOPOROSE PODE SER EXAGERO
Remédios para osteoporose podem estar sendo receitados a pacientes com pré-osteoporose sem a real necessidade ou sem considerar-se a extensão dos efeitos. É o que indica um artigo publicado na revista "British Medical Journal", em que pesquisadores dizem que estudos usados para justificar esses medicamentos na fase anterior à osteoporose exageram benefícios e subestimam riscos.
A pré-osteoporose (osteopenia) é o início da perda da densidade óssea. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o problema atinge mais da metade das mulheres com mais de 50 anos em razão de mudanças hormonais após a menopausa. Mulheres com osteopenia têm entre 10% e 25% menos densidade óssea, enquanto as na osteoporose, menos de 25%. O tratamento da pré-osteoporose é controverso. |
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Nos últimos anos, análises de estudos de medicamentos para osteoporose defenderam que os benefícios são grandes também na pré-osteoporose. Quatro análises, referentes a raloxifeno, alendronato, risedronato e renalato de estrôncio, foram os alvos das críticas no artigo de Pablo Alonso-Coello, médico do Centro Cochrane --entidade que revisa estudos de saúde.
Entre outros motivos, ele descredenciou essas análises considerando que elas focaram a redução do risco "relativo" de fraturas em relação às mulheres que as tiveram, e não no número total de mulheres estudadas. Isso revelaria uma redução de risco de fraturas bastante baixa na pré-osteoporose.
Alonso-Coello diz que num universo de 270 mulheres com pré-osteoporose, em três anos, apenas uma evitaria fratura tomando remédio, com base nos estudos analisados. Segundo ele, a incidência de fraturas nessa fase dificilmente ultrapassa 1% das mulheres ao ano. Ele afirma que, desde a década de 90, o mercado farmacêutico estimula o tratamento de mulheres mais jovens com risco pequeno de fratura.
Rubem Lederman, presidente da Federação Nacional das Associações de Combate à Osteoporose, afirma que não costuma medicar pacientes com pré-osteoporose. "Eu sempre defendi que pacientes com osteopenia devem tomar cálcio e vitamina D. Mais nada. Colocando a pessoa para andar todo dia, você pode estabilizar a perda de massa óssea." Lederman diz que alguns médicos que não lidam diretamente com a doença, quando vêem um laudo de pré-osteoporose, indicam remédios. Segundo ele, os medicamentos não são agressivos e podem ao menos bloquear a perda.
Condições clínicas são importantes na decisão de medicar ou não para César Eduardo Fernandes, presidente da Sociedade Brasileira de Climatério. Segundo ele, considerar somente a densitometria óssea pode levar a erros. "Mulheres com idade avançada, da raça branca, com uma menopausa ou uma doença que cause a osteoporose, como o hiperparatireoidismo, com artrite reumatóide, que fumem ou bebam têm maior risco de fraturas e podem ser medicadas."
A ginecologista Cláudia Gazzo diz que em muitos casos os medicamentos são importantes para evitar a evolução da doença. "Se o paciente não fizer ginástica, musculação ou tratamento hormonal, acaba tendo que tomar remédio", afirma. Entre os medicamentos disponíveis no Brasil para osteoporose estão os quatro citados no artigo. Segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), é uma prerrogativa do médico decidir quando indicar o medicamento. De acordo com o órgão, há também um monitoramento permanente dos produtos no mercado por parte do setor de farmacovigilância.
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SAÚDE DO CÉREBRO
Estudo realizado pelo National Institute of Mental Health (NIMH), dos Estados Unidos e publicado na edição de 24 de abril/08, da revista Neuron,indica que distintas áreas do cérebro se ativam para aumentar ou diminuir, de acordo com o status social da pessoa e mostra aquelas que tem um nível social superior ou inferior. Os circuitos cerebrais ativados por eventos importantes, responderam a trocas potenciais no status social como a ganhar dinheiro, por exemplo.
Nossa posição nas hierarquias sociais influem intensamente sobre a motivação, bem como na saúde física e mental. O primeiro achado de como se processa no cérebro esta informação, aumenta nossa compreensão sobre um importante fator que pode impactar a saúde pública, segundo o diretor do NIMH, Thomas R.Insel. O processamento da informação hierárquica parece estar programado e ocorre dentro e fora de um ambiente extremamente competitivo. Investigações anteriores haviam mostrado que o status social tem um potencial efeito sobre a saúde.
Os efeitos psicológicos como ter um controle limitado sobre a própria vida e as interações com os demais, poderia ser uma maneira em que um setor social mais baixo, poderá colocar a saúde em perigo. Um estudo inglês com funcionários públicos, mostrou que as categorias com um nível social mais baixo, tinham mais problemas cardíacos e morreriam prematuramente. Maiores informações sobre os aspectos no cérebro humano estão disponíveis no site: www.neuron.org
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FONTE DE JUVENTUDE
Uma pessoa que mantém uma forma física com exercícios aeróbicos, poderá retardar o envelhecimento biológico por até 12 anos, segundo artigo publicado na revista British Journal Sports of Medicine. O jogging (trotar) e outros tipos de exercícios aeróbicos, melhoram o consumo de oxigênio do corpo e seu uso na geração de energia (metabolismo). Segundo os pesquisadores, a cada década há um declínio de 5ml/Kg/min (milímetros de kilogramas de peso por minuto) uma unidade que descreve o consumo de oxigênio do organismo (www.bjsm.bmj.com).
Assim, quando uma potência aeróbica cai para menos de 18 ml nos homens e 15 ml nas mulheres, qualquer atividade física irá resultar em um cansaço. Um homem sedentário típico de 60 anos, tem uma potência aeróbica máxima de 25 ml, cerca da metade do que teria aos 20 anos. A pesquisa mostra que um largo período de exercício aeróbico, de intensidade relativamente alta, pode aumentar a capacidade aeróbica em até 25% (cerca de 6ml), que é o equivalente a entre 10 e 12 anos biológicos.
O estudo foi feito pelo Dr. Roy Shepard, da Faculdade de Educação Física e Saúde, do Departamento de Ciências da Saúde Pública, da Universidade de Toronto, no Canadá. Além disto, o exercício aeróbico também reduz o risco de enfermidades graves, acelera a recuperação de uma lesão, ou enfermidade e adicionalmente poderá manter a potencia muscular, o equilíbrio a coordenação bem como reduz o risco de quedas nas pessoas mais velhas. Mas atenção: antes de iniciar qualquer atividade física é vital consultar um especialista ou médico, principalmente, nas pessoas que nunca fizeram exercícios físicos ou tem mais de 35 anos.
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CONVERSAR AO TELEFONE E DIRIGIR COMPROMETE ATIVIDADE CEREBRAL
Conversar ao telefone e dirigir tira a atenção do motorista. Pesquisadores da Universidade Carnegie Melon, de Pittsburgh, determinaram que falar ao telefone celular, mesmo com dispositivos tipo “viva voz” diminui a atenção e favorece erros na condução do veículo.
As autoridades e os cientistas sempre se preocuparam com a divisão de tarefas que o motorista enfrenta com o aumento de dispositivos disponíveis no carro atualmente. Inicialmente se acreditava que dentro do cérebro as funções de direção e conversação, utilizavam redes neurais diferentes. Essa nova pesquisa comprovou que essas atividades ocorrem simultaneamente em duas áreas cerebrais.
Os cientistas colocaram um simulador de direção dentro de um aparelho de ressonância nuclear magnética e registrararam a ativação em mais de 20 mil pontos do cérebro. As medidas eram realizadas em tempo real acompanhando as atividades do motorista virtual.
Ao medir a função do lobo parietal, região associada à habilidade de dirigir um carro enquanto se escutava uma conversa fez cair em 37% a atividade dessa área. Nessa porção do cérebro ocorre a integração das informações sensoriais, afetando a orientação especial e a navegação. Outra area que têm sua função diminuida durante o simples ato de conversar e dirigir foi a do lobo occipital que processa as informações visuais. Os motoristas quando precisavam dirigir e conversar cometiam mais erros, como por exemplo, manter o carro em linha reta e muitas vezes atingiam o “guard rail” do simulador.
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Esses médicos comprovam que as distrações ao volante levam à diminuição da habilidade do motorista, que podem ser comparadas àquelas de quem bebeu antes de dirigir. O ato de dirigir demanda atenção constante, especialmente em pistas com tráfego intenso onde as reações à situações inesperadas podem levar a acidentes graves.
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ASPIRINA PODE REDUZIR RISCO DE CÂNCER DE CÓLON
Um novo estudo sugere que, quando tomada em grande escala por um longo período de tempo, a aspirina pode ajudar a reduzir o risco de câncer de cólon. Por aproximadamente 18 anos, pesquisadores estudaram mais de 47 mil homens. Levando em consideração a idade, hábito de fumar, atividades físicas e fatores de risco, eles concluíram que os que tomam duas vezes a mais que o nível normal da aspirina podem ter os riscos da doença reduzidos em até 21%, se comparado a pessoas que ingerem menos. Homens que consomem de seis a 14 comprimidos por semana reduzem o risco em 28%, e aqueles que ultrapassam essa quantidade podem ter uma diminuição que chega aos 70%.
Quanto mais tempo os homens ingerirem aspirina, menores são as possibilidades da doença. No entanto, caso os comprimidos sejam consumidos por menos de cinco anos, ou se tomada apenas uma ou meia aspirina por semana, não há indícios de benefício. Exceto o paracetamol (Tylenol), outros medicamentos não esteróides e anti-inflamatórios como o ibuprofeno (Motrin) proporcionam proteções similares.
“Os resultados são provas a mais que drogas simples como a aspirina podem ajudar a prevenir câncer de cólon”, afirmou o doutor Andrew T. Chan, responsável pelo estudo e professor assistente do curso de medicina de Harvard. Ainda, assinalou, “não recomendaria isso para todos os pacientes, por causa dos efeitos colaterais”, que podem variar de problemas digestivos até hemorragia intestinal.
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CÂNCER DE PELE: EVITAR É POSSÍVEL
Tomar sol traz uma sensação de bem estar enorme e a pele bronzeada parece ser mais saudável. Por conta disso, muita gente acaba esquecendo de algumas regras simples para evitar problemas de saúde no futuro. Um deles é o câncer de pele. A exposição excessiva aos raios solares – mesmo durante o inverno e sem proteção pode aumentar e muito a probabilidade de contrair essa doença, que corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil.
Os especialistas alertam que quando detectado precocemente esse tipo de câncer apresenta altos percentuais de cura. “É uma doença freqüente entre pessoas com mais de 45 anos de idade e que pode ser prevenida, pois um dos principais fatores desencadeantes é a exposição excessiva ao sol. Além disso, o auto-exame da pele é simples”, afirmam os especialistas.
Fatores genéticos também são importantes. Pessoas que possuem casos de câncer de pele na família devem ficar atentos e tomar mais cuidado ao se expor ao sol.
Tipos de câncer de pele
O mais comum e felizmente menos agressivo é o carcinoma baso-celular. Corresponde a 70% dos casos e atinge pessoas que tomam muito sol sem proteção ao longo da vida. São encontrados freqüentemente nas partes do corpo que ficam mais expostas ao sol como rosto e pescoço. A evolução desse tipo de câncer é mais lenta e a predisposição de invasão (metástase) para outros órgãos é baixa. “Não tem alto grau de malignidade e quando o tumor é retirado precocemente as chances de cura são altas”, explicam os especialistas.
Com 25% dos casos está o carcinoma espino-celular. Sua evolução é mais agressiva e pode atingir outros órgãos, caso não seja retirado com rapidez. É mais freqüente em áreas úmidas como os lábios. O terceiro tipo é chamado de melanoma detectado em 4% dos pacientes. Esse tipo possui grandes chances de metástase e, nesse caso, o fator genético é importante.
De olho na prevenção
O sol que pode provocar o câncer de pele é cumulativo, ou seja, aquele que você tomou desde criança e não apenas no último verão. Pesquisas indicam que a exposição excessiva durante os primeiros 10 a 20 anos de vida aumenta muito o risco de câncer de pele. Por isso é necessário ficar de olho no seu tipo de pele e proteger-se sempre.
Pessoas que tomam sol e ficam vermelhas, nunca bronzeiam, devem tomar mais cuidado e utilizar no mínimo o fator de proteção 15. Indivíduos ruivos, sardentos e de pele clara são os mais predispostos a contrair câncer. Em contrapartida a doença é raramente encontrada entre os negros. As peles mais escuras possuem uma proteção natural aos raios solares.
É preciso, também, ficar atento aos horários. Sol das 10h às 16h é extremamente prejudicial à pele. Além de protetor solar é preciso utilizar chapéu, óculos escuros e guarda-sol. “Tomar sol é importante. O que não pode é a pessoa ficar o ano todo dentro do escritório e quando vai à praia ou a piscina querer bronzear-se de uma hora para outra”, alertam os especialistas. O dermatologista lembra que aqueles que trabalham expostos ao sol, como os trabalhadores rurais por exemplo, também devem tomar cuidado.
Auto-exame da pele
Examinar sua pele periodicamente é uma maneira simples e fácil de detectar precocemente o câncer de pele. Com a ajuda de um espelho, você pode enxergar áreas que raramente consegue visualizar como atrás das orelhas e axilas. Observe se há manchas que coçam, descamam ou sangram. Procure por pintas que mudam de tamanho, forma ou cor. Perceba se existem feridas que não cicatrizam em quatro semanas.
É importante que você observe se há alguns desses sinais desde a planta dos pés até o couro cabeludo. Se você perceber alguma alteração procure um dermatologista.
Não ao bronzeamento artificial
Os médicos do Grupo Brasileiro de Melanoma e a Sociedade Brasileira de Dermatologia condenam o bronzeamento artificial apesar de reconhecer que esses aparelhos podem ser benéficos em algumas situações especiais, como nos casos de psoríase, doença inflamatória da pele que atinge cerca de 3% da população mundial.
O bronzeamento artificial faz uso de raios ultravioleta do tipo “A”, para deixar as pessoas mais morenas e, em geral, os indivíduos de pele mais clara e sensível procuram esse tipo de recurso. No passado, pensava-se que os raios ultravioletas A não causavam nenhum dano. Hoje, sabe-se que esses raios têm grande influência na formação do câncer de pele e outras lesões.
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RESSONÂNCIA MAGNÉTICA PODE INDENTIFICAR RISCO DE TOC
Segundo pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, a predisposição para o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) pode ser identificada por exames de ressonância magnética. Os cientistas afirmam que conseguiram observar que pessoas que sofrem com o problema e seus familiares mais próximos possuem uma estrutura cerebral muito semelhante. Determinar as características desta anatomia do cérebro pode ser a chave para os médicos, no futuro, diagnosticarem o TOC com mais precisão. |
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QUASE 78 ANOS DE VIDA NOS EUA
Dados divulgados pelo National Center for Health Statistics mostra que a expectativa de vida entre os norte - americanos é de quase 78 anos a mais alta da história dos EUA segundo, uma pesquisa realizada em 2005. A alta da expectativa de vida deveu- se a queda nas doenças do coração e derrame, as maiores enfermidades para os norte- americanos. As mortes por câncer subiram de 554 mil em 2004 para 559 mil em 2005. Com relação a mortalidade infantil em 2005 era de 6,8 para cada grupo de 1000 contra 6,9 em 2004.
Em 1955, a expectativa de vida era de 69 anos e em 1995 de 75 anos. A vida para as mulheres continua sendo de mais cinco anos em relação a dos homens. O país que tem o mais alto índice de expectativa de vida é Andorra com 83 anos de acordo com o US Census Bureau. Depois vem os paises de Japão, Macau, San Marino e Singapura.
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CEARÁ LANÇA MEDIDAS PARA REDUZIR MORTES POR AVC |
A doença que mais mata no Ceará e no Brasil é o Acidente Vascular Cerebral - AVC. No Estado, 3.561 morreram em 2005. E em grande parte das 7.346 internações, o AVC, conhecido como derrame cerebral ou trombose, deixou os pacientes com seqüelas, como incapacidade física e mental. Para enfrentar o problema, e oferecer assistência integrada e integral aos cearenses com os fatores de risco ou acometidos por um AVC, a Secretaria da Saúde do Estado – Sesa/ CE implantou o Comitê Estadual de Atenção à Doença Cerebrovascular.
O Comitê, formado por representações governamentais e civis, surge acompanhado de série de medidas para prevenção e controle da doença. O secretário da Saúde do Estado, João Ananias, anunciará a transformação do AVC numa doença de notificação compulsória, o que permite que todos os casos sejam conhecidos e uma real radiografia do problema. Outra decisão é a qualificação de médicos neurologistas para o diagnóstico precoce da doença. Já está definido que o primeiro curso de capacitação será com os profissionais da região do Cariri, onde existe referência no atendimento ao AVC.
“O que o Ceará ganha a partir de agora é uma política estadual de AVC, com resultados na melhoria da prevenção, a assistência na fase aguda e a reabilitação de cearenses com AVC”, afirma o neurologista e presidente do Comitê Estadual de Atenção à Doença Cerebrovascular, João José de Carvalho. Segundo ele, após um AVC até 70% dos pacientes recuperam pelo menos parcialmente os déficits neurológicos. De 15 a 30% permanecem incapacitados e cerca de 20% necessitam de cuidados mesmo após três meses.
Na unidade de emergência do Hospital Geral de Fortaleza chegam, em média, cinco novos casos de AVC por dia. Na manhã de 03 de julho, havia oito pacientes com AVC na emergência do HGF e dois estão ocupando leitos de UTI. João José de Carvalho afirma que para todos os sobreviventes de um AVC programas de reabilitação precoce melhoram de forma importante a qualidade de vida nos níveis físico, emocional e social. Para a solenidade, está confirmada a participação do presidente da Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares, Haroldo Barcelar, e de prefeitos, secretários municipais de saúde, diretores de hospitais, orientadores das Ceres e conselheiros de saúde.
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CESÁREAS ATINGEM ÍNDICES ALARMANTES |
O crescimento do número de cesáreas, predominantes na rede hospitalar privada (90% dos partos), tornou a questão um problema de saúde pública em Belo Horizonte. No Brasil, cerca de 2 mil mulheres e 38 mil recém-nascidos morrem por ano vítimas de complicações na gravidez, parto, pós-parto e abortamento. As estatísticas nacionais também revelam taxa de cesarianas em torno de 40%. Em Belo Horizonte, as cirurgias correspondem a 48,5% dos partos em 2005, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Em 1999, o índice era de 41,7%. A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de que não passe de 15%. Para reduzir os números na capital, a secretaria lançou, a campanha de mobilização pelo parto normal, durante reunião com representantes de entidades da área.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Helvécio Miranda Magalhães Júnior, a campanha vai se estender até o fim de 2008. Haverá produção de material publicitário para conscientizar profissionais, gestantes e população em geral, e contará com a contribuição do Ministério Público e Pastoral da Criança. Queremos fazer um chamamento enfático às mais diversas representações de usuários, profissionais, entidades médicas e prestadores de serviços para se engajar nesse eixo. Os índices são inaceitáveis e ferem os direitos humanos das mulheres, à saúde e à vida, porque ficam à mercê de decisões que não podem ser somente técnicas , afirmou. Quando separamos os hospitais que não têm ligação com o SUS, esses índices passam de inaceitáveis para indecentes e chegam a 80% dos partos. É uma situação catastrófica , ressaltou.
Segundo a coordenadora do Programa de Atenção à Mulher e da Comissão Perinatal da Secretaria Municipal de Saúde, Sônia Lansk, a prática vem ocorrendo no país nas últimas décadas e é influenciada por vários fatores, passando primeiro pela questão do financiamento. Os profissionais ganham mais fazendo cesárea, pois gastam menos tempo. Enquanto neste parto o médico precisa de uma média de duas horas, o parto normal deve ser acompanhado por oito a 10 horas. Há uma inversão de valores por outros fatores e por uma conveniência profissional. A linha de produção tem uma intervenção mais rápida, bem como os custos de internação. Há vários interesses que não são exatamente o de promoção da saúde, como recomendado pela OMS , afirmou.
Estudos da secretaria apontam que a situação é predominante na população de nível socioeconômico e educacional alto, que usam plano de saúde. A coordenadora lembra os benefícios do parto normal para a mulher e a criança, como recuperação mais rápida, complicações menos freqüentes, menos dor depois do parto, amamentação mais fácil, menos dificuldades respiratórias para o bebê, além de não ser necessário separar mãe e filho. Além da epidemia de cesariana, estamos vendo epidemia de pré-maturidade, produzindo crianças com data marcada para nascer, sem respeitar o momento certo do nascimento, o amadurecimento real da criança. A pré-maturidade é um fator de risco para morte neonatal, além de nascerem bebês de baixo peso, que é o fator mais importante para a mortalidade infantil , alertou. Segundo a coordenadora, estudos mostram que uma cesária programada sem indicação médica tem risco de morte materna sete vezes maior que no normal e o risco de morte neonatal é quase duas vezes maior.
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PROMÉDICA INVESTE EM MODELO PRÓPRIO DE GESTÃO
Com a vigência do Plano Real, em julho de 1994, tornou-se inevitável o aprimoramento do controle de custos e dos sistemas de gestão das empresas do setor de saúde. Desde então, o Grupo Promédica já investiu cerca de R$ 10 milhões em tecnologia da informação (TI) para o desenvolvimento de um sistema próprio de gestão.
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Além da operação de planos de saúde e prestação de serviços médico-hospitalares, o grupo baiano passou a atuar também no segmento de TI, com a criação da Promédica Tecnologia, que disponibiliza para o mercado nacional o Promédica Saúde, sistema de gestão já adotado por outras empresas.
Segundo a diretora-presidente do Grupo Promédica, Tereza Valente, a estabilização da economia acabou com os ganhos financeiros da escalada inflacionária, que dava um falso equilíbrio ao setor de saúde privada. "Impôs-se a profissionalização do mercado e a consciência de que a administração de um plano, um hospital ou uma clínica precisa ser encarada de forma empresarial", afirma ela, lembrando que as margens de lucro diminuíram sensivelmente e o controle absoluto dos custos operacionais tornou-se essencial à sobrevivência de qualquer empresa do setor.
A nova e complexa realidade que emergiu com a estabilização da economia tornou imprescindível o uso da tecnologia da informação, mas o mercado de software ainda não oferecia soluções adequadas às necessidades do setor de saúde. Diante deste entrave, na Bahia, ela conta que a direção do Grupo Promédica tomou a decisão estratégica de desenvolver seu sistema próprio de gestão.
Toda a experiência acumulada desde 1969 na administração da primeira empresa de medicina de grupo do Norte e Nordeste foi usada no desenvolvimento de uma ferramenta de gestão apropriada ao setor. "Decidimos investir num sistema próprio porque não havia na época uma solução que contemplasse os controles necessários à operação de planos de saúde", diz Tereza Valente.
Ainda em 1994, o sistema próprio de gestão em saúde começou a ser testado na operadora de planos de saúde do grupo, a Promédica. A evolução da ferramenta e os bons resultados alcançados motivaram a comercialização do produto. Foi criada a Promédica Tecnologia, que já atende a Fundação São Francisco Xavier, responsável pela gestão dos planos de saúde de 130 mil funcionários da Usiminas e Cosipa.
O gerente de novos negócios da Fundação São Francisco Xavier, Sebastião Silveira, revela que pesquisou em todo o País sistemas para gerenciar os planos de saúde da instituição, optando pelo produto da Promédica Tecnologia por ser o mais adequado. "É um sistema moderno, em Oracle, desenvolvido por uma empresa do ramo", comenta, avaliando positivamente o programa.
Além da venda dos sistemas, nos contratos firmados com a fundação estão previstas a implantação e a consultoria por dois anos, cuja remuneração é variável, de acordo com o número de horas trabalhadas. Para o diretor financeiro do Grupo Promédica, Jorge Oliveira, a venda dos sistemas para o controle dos planos de saúde dos trabalhadores de duas grandes siderúrgicas atesta a qualidade dos produtos da Promédica Tecnologia. "A nova empresa tem como desafio transferir para o mercado o conhecimento em gestão adquirido pelo grupo em 37 anos de mercado", afirma.
O sistema de gestão, que ganhou o nome de Promédica Saúde, foi desenvolvido em banco de dados e ferramentas Oracle pela equipe de profissionais da companhia. O gerente de tecnologia de informação, Maurício Andrade, diz que o software realiza um completo controle operacional e gerencial para operadoras de planos de saúde, empresas de medicinas de grupo e de autogestão. Distribuída em módulos operacionais, a ferramenta controla todos os fluxos de informações entre os agentes do negócio. |
"Possui ainda um módulo completo para atender exigências da Agência Nacional de Saúde (ANS), tais como, sistema de informações de beneficiários, sistema de informações de produtos, cálculo da taxa suplementar de saúde, ressarcimento ao SUS e integração com o plano de contas-padrão. A partir de maio de 2007, estará adequado ao novo padrão de troca de informações exigido pela ANS", diz Andrade.
O módulo gerencial integrado à ferramenta de Business Intelligence (BI) fornece os indicadores necessários para a gestão do negócio de saúde. "Podemos destacar como principais indicadores a sinistralidade dos contratos, o acompanhamento de doenças crônicas, o comportamento da rede credenciada e as estatísticas sobre a utilização de serviços pela comunidade", diz Andrade.
A estrutura modular, possível através de uma flexível parametrização, torna o sistema uma eficiente ferramenta para a organização e padronização dos processos operacionais e administrativos, facilitando a tomada de decisões. "Além de colaborar no desenvolvimento de programas de medicina preventiva, o nosso software atua no controle de custos", afirma Andrade. Com nove anos de uso contínuo no grupo, ele informa que o sistema já resultou em redução de custos, tornando os preços dos planos mais competitivos.
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PESQUISADORES BUSCAM CURA PARA DIABETES COM CIRURGUIA
Estudo da Unicamp investiga o uso da operação bariátrica em pessoas que não são obesas. Indicada até hoje apenas para a diminuição de peso em pessoas obesas, a cirurgia bariátrica pode ganhar uma nova função: curar o diabetes tipo 2 em pessoas magras. Um estudo pioneiro sobre a proposta está sendo realizado na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
"Há relatos de pessoas não obesas que passaram por essa cirurgia no México e em outros países da América do Sul, mas, embora as perspectivas sejam boas, ainda não há nada provado. Esse é o primeiro trabalho científico para verificar isso. Vamos acompanhar 12 pessoas, das quais 4 já foram operadas", diz José Carlos Pareja, chefe do serviço de cirurgia de obesidade da Unicamp. As conclusões do trabalho devem ser divulgadas até o início de 2007.
A possibilidade de curar o diabetes tipo 2 cirurgicamente será um dos destaques do Best 2006 (Bariatric Endoscopy Surgery Trends), que vai de hoje a sábado, no Rio de Janeiro. Atualmente, a cirurgia só é indicada para quem tem IMC (índice de massa corpórea) acima de 40. Quem tem IMC acima de 35 pode ser operado se já tiver muitos problemas de saúde devido ao excesso de peso. "Mas quase 60% dos diabéticos não são obesos", diz Pareja.
Segundo Nilton Kawahara, coordenador do setor de laparoscopia na emergência do Hospital das Clínicas e organizador do Best 2006, o interesse no tema surgiu após a constatação de que 80% dos obesos diabéticos voltavam a apresentar índices normais de glicemia após a operação.
A princípio, achava-se que isso era conseqüência do emagrecimento, mas essa explicação não durou muito: os índices ligados à diabetes eram normalizados poucos dias após a cirurgia, antes que houvesse uma perda significativa de peso.
Além disso, a cura é associada a três tipos específicos de cirurgia: o by-pass gastrojejunal e as derivações bilio-pancreáticas (scopinaro e "duodenal switch"). As três criam um "atalho" para a comida, que desvia do duodeno e chega antes à parte final do intestino.
Esse desvio altera a secreção de alguns hormônios intestinais, como o GLP-1, cujo aumento estimula a produção de insulina, explica Kawahara. O desafio é saber se, em pessoas magras, o mecanismo é o mesmo e a mudança, permanente. Outra questão é a perda de peso -segundo pesquisas com cobaias magras, é possível fazer o "desvio" sem levar a um emagrecimento significativo.
Enquanto essas perguntas não têm respostas, as principais armas contra o diabetes continuam a ser hábitos saudáveis e medicamentos -área na qual o mais novo foco de atenções também é o GLP-1.
No último congresso da Associação Americana de Diabetes, em junho, foram apresentados inibidores de DPP-4 (enzima que "combate" o GLP-1) e substâncias que, no organismo, simulam a ação do GLP-1.
A previsão é que essa nova geração de remédios chegue ao país até 2007.
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