“MENINO BORRACHA”

O adolescente turco Emre Kadir Cevik, de 12 anos, entrou para o Guinness, livro dos recordes, ao fazer ao maior número de giros em 360 graus com as duas pernas atrás da cabeça em um minuto. Cevik conseguiu 26 rotações. Os organizadores haviam estabelecido um mínimo de oito giros, já que a categoria era nova e o adolescente turco se tornou o primeiro recordista. A marca foi estabelecida no dia 23 de abril em Denizli, na Turquia.

 

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Menor bebê do mundo Alemanha

MENOR MENINO DO MUNDO SOBREVIVE

Um bebê que nasceu na Alemanha 15 semanas antes do previsto, medindo 27 centímetros e com peso de 275 gramas, sobreviveu e passa bem – ele é considerado o menor menino do mundo a sobreviver a essa situação. Já houve garotas menores.  

O garoto nasceu em 25 de junho do ano passado no hospital da Universidade de Göttingen e ficou seis meses em uma encubadora, respirando com a ajuda de aparelhos e com alimentação por meio de tubos. Quando chegou ao peso de 3,7 kg , em dezembro, ele teve alta do hospital  e, agora, os médicos permitiram que os pais do garoto voltassem para casa em  Eighsfeld, no centro da Alemanha. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (4) pela equipe que cuidou do bebê, que não teve o nome revelado.

Os pesquisadores da universidade dizem que o caso é emblemático porque, em geral, crianças que nascem com menos de 350 gramas morrem logo após o parto. Stephan Seeliger, chefe do departamento de pediatria da instituição, diz que nessas condições os nenês são muito vulneráveis a infecções, por exemplo.

– Complicações graves, como hemorragias cerebrais ou infecções fatais felizemente não aconteceram nesse caso.

À esq., o bebê em outubro de 2009; à dir., o garoto em 29 de junho, poucos dias após nascer.

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GOVERNO SUÍÇO PRODUZ CAMISINHAS EXTRA PEQUENO PARA MENINOS DE 12 ANOS

Extra camisinhas pequenas para meninos de 12 anos está indo à venda na Suíça depois de uma campanha de saúde sexual do grupo. Chamado de Hotshot, o preservativo foi produzido após a pesquisa do governo mostrou que 12 a 14 anos de idade não usar protecção suficiente para fazer sexo. O estudo, realizado em nome da Comissão Federal para a Infância e Juventude, entrevistou 1.480 pessoas com idade entre 10 e 20.

Nancy Bodmer, que liderou a pesquisa no Centro de Desenvolvimento da Personalidade e Psicologia na Universidade de Basel, disse: "Eles têm mais de uma tendência a não se protegerem. Eles não têm um conhecimento muito desenvolvido sexual. '

Eles não entendem as consequências do que eles estão fazendo e deixam as meninas para cuidar das consequências. " Federação Suíça da Aids e outros dois grupos de trabalho em saúde sexual campanha para ter o Hotshot produzido. Bettina Maeschli, um porta-voz da Federação Suíça da Aids, disse: "Os rapazes, muitas vezes não consegue encontrar um tamanho adequado do preservativo." Inicialmente 55.000 pacotes contendo uma pequena e uma de tamanho normal de preservativos estão sendo fabricados por Lamprecht.

Eles serão vendidos ao balcão ea Federação vai vendê-los na internet. Grupos de educação sexual serão também enviados os preservativos para que eles possam informar os jovens sobre a importância de usar o tamanho correto. A idade de consentimento, na Suíça é de 16, embora não haja punição em que a diferença de idade é inferior a três anos.

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CASAL BRITÂNICO PERDE 95KG DEPOIS DE SOFRER "HUMILHAÇÃO" EM VOO

Um casal britânico perdeu, ao todo, 95 quilos, depois de passar por uma situação humilhante num voo de férias de Southampton para Guernsey. Alan e Jan Coupe tinham o peso combinado de 241 quilos e quando subiram a bordo do avião já se sentiram desconfortáveis ao esbarrar nas cadeiras e nos outros passageiros.

"A gente se apertou para chegar aos nossos assentos, esbarrando nos braços das pessoas, até que sentamos e pusemos os cintos de segurança", disse Alan Coupe. "A comissária de bordo veio e disse que tinha muito peso naquela área do avião, e pediu para um de nós sentar em outra cadeira", lembra Jan.

"Depois que Alan levantou, fiquei sozinha , envergonhada, quase aos prantos e desejando nunca ter pego aquele avião." Mas foi o momento de humilhação que incentivou o casal a mudar os hábitos e emagrecer. Juntos, eles perderam 95 quilos.

Mas não foi só a imagem no espelho que mudou. A opinião de Alan e Jan sobre como passageiros acima do peso devem ser tratados pelas companhias aéreas também mudou bastante. "Se tivessem me pedido para pagar a mais na época em que estava gorda, eu definitivamente não teria aceito", disse Jan, se referindo a uma taxa para passageiros acima do peso, defendida por algumas empresas aéreas.

"Mas agora, depois de ter emagrecido, posso ver os dois lados da história e entendo por que as empresas gostariam de cobrar uma taxa. Eu não gostaria de me sentar ao lado de alguém que estivesse ocupando espaço no meu assento." A Organização Mundial de Saúde estima que haja um bilhão de pessoas acima do peso no mundo e, entre elas, 300 mil seriam obesas.

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MAIS DE 5 MIL NUS EM PROL DA ARTE

Mais de 5.000 pessoas se reuniram hoje em plena Sidney Opera House para serem fotografadas pelo famoso fotógrafo Spencer Tunick, 43 anos, que já havia fotografado outros nus em outras partes do mundo. Até mesmo uma grávida de gêmeos adiou o nascimento dos filhos para poder participar do evento, que reuniu pessoas de todas as partes da Austrália, apesar dotempo frio e chuvoso.

A performance intitulada Mardi Gras: The Base, está ligada ao evento Sidney Gay and Lesbian Mardi Grãs que foi realizado neste final de semana. O fotografo vem ealizando tais eventos desde 1992,em países como Brasil, Estados Unidos, França, Inglaterra, Espanha, Suíça, Holanda e Áustria. O seu maior evento reuniu 18.000 pessoas no México em 2007.

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CHÁ “SANTO DAIME” TEM POUCO PODER DE CAUSAR DEPENDÊNCIA

O chá alucinógeno ayahuasca, conhecido popularmente como “Santo Daime”, é empregado em rituais de várias religiões que surgiram na Amazônia e se difundiram pelo Brasil. A bebida ganhou destaque nos últimos dias por causa da regulamentação, pelo governo federal, do uso do chá em cerimônias religiosas, e despertou uma questão: é seguro, para a saúde, ingerir ayahuasca?

Para o médico Elisaldo de Araújo Carlini, a resposta é positiva. Consumido dentro de centros religiosos, o chá não apresenta grandes riscos. “É um uso aceitável, como o álcool”, explica. Segundo ele, há poucas chances de os bebedores do chá desenvolverem dependência. “As drogas alucinógenas que induzem alucinação mental têm pouco poder de indução de dependência. É muito diferente do crack, cocaína e heroína, por exemplo.” 

A afirmação não é de um médico qualquer. Carlini é professor da prós-graduação em psicofarmacologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), área na qual fez mestrado na Universidade Yale na década de 60, diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas (Cebrid) e membro do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad), que regulamentou o uso do ayahuasca.

De acordo com ele, manter a liberação e impor algumas regras ao ayahuasca foi uma decisão acertada do Conad. “Esse documento [que baseia a regulamentação] expressa um trabalho bastante longo, feito com bastante cuidado. Pensou-se muito a respeito”, diz Carlini.

Segundo o médico, o uso religioso é feito com cuidado. “Eles seguem padrões severos. A mistura tem que ser preparada adequadamente, e o próprio ritual controla qualquer alteração mental que possa acontecer. Os mestres são muito exigentes em coibir qualquer fuga da normalidade”.

Quem usa o chá, contudo, está exposto a algumas reações adversas. “A reação mais comum é náusea e vômitos. Pelos seguidores das religiões, isso é considerado como uma purificação do corpo. Mas não há medicamento que não tenha reação adversa. Não é por isso que a substância tem ou não que ser usada”, defende o professor da Unifesp, ressaltando que não há nenhuma pesquisa apontando que a ayahuasca cause algum tipo de lesão cerebral. 

Preconceito

Para a antropóloga Beatriz Labate, que tem vários livros publicados sobre a ayahuasca, as religiões que usam o chá ainda são vistas com preconceito, e seus seguidores muitas vezes encarados como dependentes de drogas. “Há relato de um hospital que não queria aceitar o sangue de doadores que pertenciam ao Santo Daime. E outro de norte-americanos com visto negado por afirmarem que participariam de rituais da União do Vegetal no Brasil.

O próprio governo fez uma cartilha sobre drogas onde inseriu a ayahuasca como “alucinógeno”, o que é ofensivo para esses grupos, que consideram a substância um sacramento. Há, ainda, disputas judiciais de guarda de filhos entre pais separados, onde um tenta desmoralizar o outro acusando-o de ser de uma seita perigosa”, afirma a pesquisadora, que trabalha no Instituto de Psicologia Médica da Universidade de Heildelberg, na Alemanha.

De acordo com ela, a imagem negativa não corresponde à realidade dessas religiões. “Na década de 1980, quando membros do Conad foram pesquisar essas religiões pela primeira vez, viram que os grupos eram saudáveis e integrados. Encontraram uma comunidade em plena Amazônia – região com baixíssimo índice de desenvolvimento humano –, onde não há violência, prostituição ou alcoolismo. Em pesquisas mais recentes novamente foram colhidos relatos de melhoria da qualidade de vida, e de encontro com novos valores, mais fraternais e humanos”, relata Beatriz.

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MENINO COM DOENÇA RARA PRECISA DE BANHO DE LUZ AZUL PARA SE MANTER VIVO

Um menino de oito anos de um vilarejo remoto na Austrália passa, desde que nasceu, 10 horas por dia sob luzes azuis para se manter vivo. Maximus Mcgrath Daniels, de Thursday Island, no extremo norte do país, nasceu com a Síndrome de Crigler-Najjar tipo 1, uma rara doença genética que afeta o fígado.

Ele vai mudar de cidade para tentar fazer um transplante de fígado. A síndrome é caracterizada pela deficiência na produção de uma enzima que controla a presença da bilirrubina, um pigmento produzido pelo fígado, no sangue e nos tecidos.

Altos níveis de bilirrubina no sangue podem provocar danos no cérebro e músculos e até a morte. Entre os sintomas da síndrome está a coloração amarelada da pele e dos olhos. Para controlar os efeitos da síndrome, Maximus tem que fazer tratamento intensivo com luzes, ou fototerapia, que mantém os níveis de bilirrubina sob controle.

A fototerapia passa a ser menos efetiva após os quatro anos de idade, quando a pele começa a se tornar mais grossa, bloqueando as luzes. No caso de Maximus, o tratamento já começou a não ter mais o mesmo efeito. Para tentar encontrar uma solução definitiva para o problema, a família se muda nesta sexta-feira para Brisbane, a cidade de Brisbane, a 3.500 km da sua cidade natal, onde Maximus será submetido a um transplante de fígado.

A fila para o transplante, no entanto pode ultrapassar um ano de espera. Maximus passa cerca de 10 horas por dia sob luzes azuis, geralmente à noite, enquanto dorme. Uma estrutura foi montada sobre sua cama, com 32 lâmpadas. A cada três meses, as luzes têm de ser trocadas, a um custo equivalente a R$ 600.

Ambos os pais tem de possuir o gene da doença para que a criança nasça com a anormalidade de Maximus. Segundo especialistas, a expectativa de vida para quem é portador da síndrome Crigler-Najjar tipo 1 é de 30 anos.

Atualmente há cerca de 300 portadores da síndrome no mundo.

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CÃO DE 2,2 M É CONFUNDIDO COM CAVALO

Tem gente na rua que acha que esse dogue alemão é uma miniatura de cavalo – ou um legítimo cão hípico. De longe, George, 4 anos, o cãozinho de 2,2 m de comprimento e 111 kg , assusta. De perto, há os que saem correndo do monstro de estimação do americano David Nasser e de sua mulher, Christine, de Tucson, no Arizona.

Injusto, já que, nas palavras de Nasser, George é um “fofo, uma gracinha, bonzinho”. O supercão é candidato a maior do mundo. Falta só confirmação do título pelo Guinness, que está avaliando pelo menos umas 286 solicitações de donos de cachorros gigantes.  O título está vago, desde que Gibson, de 2,1 m , morreu em agosto.

David, com grande orgulho de George, declarou: Ele é único. Come quase 50 kg de comida todo mês e dorme sozinho numa cama king size. Foi preciso mandar fazer um leito para ele, já que o George vinha dormir conosco à noite, e não tinha espaço.

Para comprovar que o bicho está bem acima dos padrões, até especialistas se assustam com o porte dele. O veterinário Willliam Wallace, da Buena Pet Clinic, de Tucson, disse, chocado: Em 45 anos de experiência com animais de estimação, nunca vi nada igual. É o maior cão que eu já vi. Nasser, o dono, prepara a documentação para tentar oficializar o título de maior cachorro do mundo, ou do universo. Enquanto isso, ele se ocupa em atualizar a página de George no Facebook, que tem milhares de fãs. O bicho possui também conta twitter, com número de seguidores que cresce diariamente. Deve bater recordes, também.

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MARATONISTA REPETE FORREST GUMP E CRUZA OS EUA CORRENDO

Carlos Dias está longe de ter o raciocínio lento, mas seu ritmo e seu fôlego nas pistas com certeza lembram o já clássico personagem-título do filme “Forrest Gump”, interpretado por Tom Hanks. A certa altura do filme, Forrest decide começar a correr sem parar e cruza mais de 5 mil quilômetros de um canto ao outro dos Estados Unidos assim, correndo. Dias é autor de uma façanha parecida: em menos de dois meses, Dias foi de Nova York à Califórnia, percorrendo 5.130 quilômetros no total, uma média de 84 quilômetros por dia a uma velocidade máxima de 10 km/h para controlar o ritmo, chegando a passar 20 horas sem parar correndo. Foram 59 dias até completar a rota no início deste mês. "Chegamos um dia antes do programado”, contou.

“As pessoas me lembram do filme a cada minuto. A diferença é que no filme ele não tinha sentido naquilo que fazia, eu tinha um sentido de completar o percurso e de ajudar uma instituição de apoio a crianças com câncer”, disse. Para a empreitada, ele pôs à venda suas milhas, oferecendo parte do arrecadado para o Graac. “Vendemos poucas, mas conseguimos pelo menos puxar um pouco de repercussão, chamando a atenção para o Graac. A intenção era gerar benefícios para outras pessoas, e não buscar nada para mim. Hoje minha sensação é de dever cumprido.” 


Formado em administração, Dias conta que já corre provas de longa distância há 16 anos, já completou mais de 74 maratonas e fez travessias, como em 2007, quando foi do Oiapoque ao Chuí, extremos norte e sul do Brasil, em 100 dias, batendo o recorde. Morador de São Bernardo do Campo, ele hoje vive de realizar provas, dar palestras e organizar corridas, parecendo buscar desafios diferentes de cada vez.

“Foi a primeira vez que essa rota de uma ponta a outra dos EUA foi feita por um ultramaratonista”, disse. No filme, Forrest Gump corre por três anos, dois meses, 14 dias e 16 horas - se seguisse o mesmo ritmo de Dias, teria feito 20 vezes o percurso de um canto ao outro do país.

De Leste a Oeste
O planejamento do percurso era detalhado e incluiu bateria de exames e treinamento. Toda a rota já estava traçada desde o começo e previa seguir sempre pela rodovia 80.

No segundo dia correndo, entretanto, a polícia disse que eles não podiam seguir por ali, a não ser de carro. “Eles nos orientaram e seguimos pelas estradas paralelas da 80. Só no colorado que precisamos dar uma variada por causa das montanhas.” 

A maior dificuldade enfrentada foi a mudança do clima, que é constante. “Deixamos Nova York com muito calor, pegamos chuva na Pensilvânia, vento no Nebraska, neve no Colorado, calor no deserto, mais neve em Nevada e mais calor na Califórnia. Administrar isso, a roupa certa no momento certo para melhorar o desempenho, é bem difícil”, contou.

Encontrar um lugar para dormir, depois da mudança da rota, era um desafio diário, mas também fonte de algumas das experiências que o maratonista considera das mais interessantes. “As pessoas foram entrando no nosso projeto, nos recebendo na casa deles, fomos fazendo amigos, ganhando novas famílias por todo o trajeto até chegar na Califórnia. Viajei achando que o norte-americano era frio e nada solidário, mas vi o oposto, pois eles nos ajudavam. Tivemos só coisas boas. Tinha gente que parava na estrada e convidava para ir à cada deles. Isso foi a coisa mais legal, e foi bem diferente do que há no Brasil.”

Dias afirma que não chegou a pensar em desistir em momento algum, mas logo no início, depois de entrar em Indiana, estava muito cansado e achava que não conseguiria completar a prova dentro do cronograma programado. “É preciso ser paciente o tempo todo, mesmo cansado física e mentalmente. Tentava controlar a ansiedade.”

A concentração era muito grande e ele terminava exausto no final do dia. “Não dava para conhecer as cidades nem nada, mas dava para conhecer pessoas, conversar, melhorar o inglês. Hoje eu conheço os EUA mais de que muitos americanos, pois passamos por mais de 700 cidades, percebemos as mudanças culturais, as paisagens, as comidas, tudo o que muita gente não conhece.”

Dias agora vai fazer treinamento para novas provas a partir de abril, quando pretende correr quatro desertos: na Austrália, depois Nepal, Namíbia e Vietnã. “No segundo semestre quero correr uma maratona por dia por seis meses, girando o Brasil, saindo do Rio de Janeiro e finalizando em São Paulo.” Como o personagem do cinema, ele também não para depois de chegar no ponto final da prova corrida. 

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