CUIDAR DO IDOSO DA FAMÍLIA TAMBÉM SE TORNOU FUNÇÃO DA MULHER A palavra mulher carrega, atualmente, uma lista de definições: mãe, amante, profissional e amiga são só alguns dos possíveis sinônimos. E o aumento da expectativa de vida do brasileiro, que segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) saltou de 62 anos para 75 na última década, trouxe outra informação para um verbete cheio de informações. Agora, também faz parte das funções femininas ser cuidadora dos idosos da família. COMO DEVE SER O AMBIENTE FAVORÁVEL AO IDOSO "Ambientes amigáveis resulta na oferta de recursos físicos e psicossociais de natureza compensatória para favorecer a saúde física, a funcionalidade e o bem-estar psicológico de pessoas idosas". Todas as pessoas desejam envelhecer no próprio lar. A importância do lar para as pessoas idosas tem sido muito discutida na literatura gerontológica. A maioria das pessoas gostariam de continuar vivendo em sua própria casa, mesmo durante as alterações que possam surgir com uma velhice frágil. É importante lembrar que, o que caracteriza um lar não é somente o ambiente físico, mas também as preferências colocadas em cada espaço na forma de objetos, do design, das atividades desenvolvidas, dos relacionamentos e da funcionalidade. Diz respeito aos artefatos físicos, sensoriais, climáticos e funcionais que nos circundam no dia-a-dia. O que se entende por lar aqui também se estende à residência, incluindo comunidade, bairro, vizinhança, amigos, etc... Morar na casa que sempre morou ou com uma história de toda uma vida, pode ser uma estratégia de otimização de competências para o processo de adaptação à velhice. Isso nos dá um senso de normalidade diante da descontinuidade experimentada por múltiplas perdas pessoais associadas a disfunções relacionadas ao avanço da idade. Todo lar e seus pertences são dotados de significação ao longo da vida que contribui para o bem-estar percebido e para a qualidade de vida. Ambientes favoráveis são aqueles capazes de ajustar às capacidades e preferências dos idosos, fornecendo a eles um melhor controle do ambiente, autonomia, independência, eficácia, privacidade, dignidade e familiaridade. O pesquisador e gerontólogo Lawton fala em ambientes amigáveis para os idosos e criou o conceito de docilidade ambiental. Ambientes amigáveis resulta na oferta de recursos físicos e psicossociais de natureza compensatória para favorecer a saúde física, a funcionalidade e o bem-estar psicológico de pessoas idosas. O conceito de docilidade ambiental significa que, à medida que as competências da pessoa declinam e o comportamento depende de fatores externos, torna-se necessário criar programas para melhorar o ambiente dos idosos para que possam viver mais dignamente e com mais segurança e bem-estar. São doze os princípios da docilidade ambiental: 1. Assegurar a privacidade. Dicas para compensar perdas sensoriais: - Aumentar a iluminação e o contraste, especialmente quando os estímulos forem sutilmente detalhados e apresentados com pouco contraste de luz e sombra. CUIDADO COM AS CRIANÇAS EM CASA
Verifique se as substâncias perigosas estão guardadas em local fora do alcance das crianças ou trancadas. Como evitar problemas? Verifique se as substâncias perigosas estão guardadas em local fora do alcance das crianças ou trancadas. Principalmente certifique-se que os medicamentos não estejam em gavetas de cabeceira ou mesmo em bolsas de mão, locais de tentação para a exploração infantil. Consulte a lista telefônica e coloque em local visível o número do telefone do centro de intoxicações de sua cidade. Em caso de ingestão acidental de qualquer produto perigoso, não tome medida alguma sem consultar os especialistas. ERGONOMIA E ENVELHECIMENTO: UM ESTUDO DOS ACIDENTES NOS LARES E O USO DE PRODUTOS DOMÉSTICOS POR IDOSOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Fonte: Site FacilitaJá Este artigo é parte de um projeto de pesquisa que vem sendo desenvolvido pelo LEUI – Laboratório de Ergonomia e Usabilidade de Interfaces em Sistemas Humano-Tecnologia, abordando questões relativas a acidentes com idosos no ambiente doméstico – quedas, choques, queimaduras – mau design e mau uso dos produtos do lar por eles. Os acidentes com idosos em relação aos eletrodomésticos vêm aumentando significativamente. Um dos fatores é a má projetação de alguns produtos e outro fator é a chegada à faixa dos 65 anos de grande número de usuários. Nesta fase as pessoas começam a apresentar dificuldades que prejudicam a coordenação motora, o equilíbrio e as seguintes percepções: visuais, auditiva, tátil e olfativa, como apontam questionários aplicados no início da pesquisa. Um ambiente doméstico pode esconder diversas armadilhas, seja num piso escorregadio, aparelhos eletrônicos, ou mesmo um tapete no meio do caminho que ocasiona quedas. Incidentes ocorrem freqüentemente, com todas as faixas etárias, mas, em se tratando de idosos, implicam maior severidade. Quaisquer danos relacionados a quedas, fraturas, queimaduras, entre outros descuidos, vêm a ameaçar a própria vida do idoso. Segundo a Sociedade Brasileira de Traumatologia e Ortopedia, 80% dos acidentes com idosos acontecem dentro de casa. E as conseqüências destes acidentes podem ser muito graves, se considerarmos a fragilidade dos ossos e as dificuldades de calcificação, que aumentam com a idade. Estes acidentes, mesmo que não tenham conseqüências físicas graves, tornam o idoso inseguro e restringem ainda mais suas atividades e autonomia. Pelo menos desde 1980 reconhece-se que um terço dos indivíduos acima de 65 anos e, aproximadamente metade, próximos dos 80 anos, sofre quedas a cada ano (Prudham e Evans, 1981). Uma grande quantidade de todos os registros sobre quedas assinala que estas ocorrem dentro de casa. Diminuição dos sentidos no idosoJunto com a idade vem a diminuição dos sentidos, o enfraquecimento do corpo e dos órgãos, devido ao “processo de envelhecimento corporal”. Este introduz diversas limitações físicas: perda da audição, fragilidade dos ossos, perda da visão e da agilidade motora. Esses fatores ajudam a constituir o ambiente emocional negativo em que vive o idoso, criando nele uma sensação de insegurança e gerando uma dependência em relação a terceiros. Apesar de todas as dificuldades físicas, o que mais afeta o idoso são as mudanças de papel na sociedade, que podem tanto estar relacionada à questão física como ao preconceito. No trabalho os mais velhos cedem lugar para os mais novos ou se aposentam, perdendo o contato com colegas de trabalho; em casa, os filhos crescem e saem de casa em busca de sua própria vida. Estas mudanças podem gerar sentimentos como abandono e solidão no idoso, além de faze-lo sentir-se inútil e desvalorizado, levando à depressão. O processo de envelhecimento corporal, ao introduzir diversas limitações, agrava a situação emocional negativo em que vive o idoso, desenvolvendo uma expectativa de dependência tanto em si próprio como nas pessoas de seu convívio. Nestas condições, a manutenção de uma vida saudável fica mais difícil, pois os fatores emocionais irão influenciar na alimentação e no desempenho dos sistemas imunológico, nervoso e emocional. O principal cuidado com o idoso deve ser o rompimento da discriminação, trazendo-o a participação na vida familiar e comunitária, aumentando sua auto-estima e bem estar. O papel da ergonomiaSegundo MORAES, A. (1992), o atendimento aos requisitos ergonômicos possibilita maximizar o conforto, a satisfação e o bem-estar; garantir a segurança; minimizar constrangimentos; custos humanos e carga cognitiva, psíquica e física do operador e/ ou usuário; e otimizar o desempenho da tarefa, o rendimento no trabalho e a produtividade do sistema homem-máquina. Segundo JORDAN, P. W. (1998), em alguns casos, a usabilidade de um produto pode afetar a segurança de quem usa o produto, como também a segurança de outros. Também há muitas situações domésticas onde a falta de uso em um produto pode ser perigosa. Considere um problema de ergonomia clássico incompatibilidade entre botões e queimadores do fogão. Se, por exemplo, alguém está cozinhando, usando duas ou três bocas ao mesmo tempo e então fecha a errada, ao remover a panela, uma superfície quente seria deixada exposta, podendo causar queimaduras graves. O fato de problemas de usabilidade variarem e a necessidade de considerarem-se as diferenças dos usuários muitas vezes não é trabalhado durante o design de um produto. Muitas pessoas continuam com o uso regular de uma gama extensiva de produtos domésticos até atingirem idades entre oitenta e noventa anos, com isso, conclui-se que a idade é um fator de design crítico (Hancock, Rogers, & Fisk, 1998 apud Revista Ergonomics in design, 2001 ). Objetivos da pesquisa Finalidade : Propiciar um envelhecimento tranqüilo, sem acidentes, que ocasionem lesões e prejuízos à saúde dos idosos, permitindo que estes realizem com cautela e autonomia as atividades da sua vida diária; Objetivo Geral : Evitar quedas e acidentes de idoso no lar, evitando lesões definitivas e/ ou temporárias que acelerem o processo de envelhecimento da pessoa. O início da pesquisa Buscou-se através de questionários ergonômicos aplicados aos idosos, esclarecer esses fatores, direcionados ao convívio no lar com diferentes produtos e por situações de risco vividas diariamente por pessoas da terceira idade. Entrevistaram-se moradores de diferentes bairros da cidade do Rio de Janeiro para a tomada de dados e gráficos, que servirão como base para as conclusões do estudo, que vem sendo desenvolvido desde 2002 na PUC-Rio. A pesquisa foi iniciada em 2002 com a aplicação de um questionário a 50 idosos acima de 65 anos, após o piloto com treze. Foram incluídas no questionário questões como: as dificuldades fisiológicas mais específicas dos idosos, como está sua inserção na nossa sociedade atual, suas respectivas rendas, aposentadorias e salários, e os aspectos problemáticos sobre segurança e ergonomia a serem resolvidos. O questionário aplicado abrangeu um púbico 74% feminino e 26% masculino no ano de 2003. Um ponto interessante, e posteriormente aprofundado durante as aplicações desse questionário, foi à constatação de que a maioria dos idosos não admite ter sofrido qualquer tipo de acidente. Quando perguntados, entretanto, se já haviam se queimado, por exemplo, com ferro de passar roupa quase sempre a resposta era sim. Este tipo de atitude parece ser comum em certas investigações com idosos, principalmente em função do padrão de saúde e idade ideais que são impostos socialmente, e que torna difícil na terceira idade aceitar ou lidar com suas reais condições. O segundo item do questionário definitivo considerava a necessidade de modificações para a segurança dos eletrodomésticos: 72% consideraram muito importantes; 20 % importantes; 6% pouco importantes; e sem importância - 2%. O terceiro item abordava o grau de periculosidade de alguns produtos com maior tendência a acidentes: em primeiro lugar encontra-se o ferro de passar roupa com 54%; a seguir panela de pressão com 20%; fogão 11%, cafeteira e faca elétrica empataram com 6%; e uma minoria de 3% ficou para opção “outros”. Como continuação da pesquisa, a partir de 2003 - 2 o semestre, para maior aprofundamento, resolveu-se ampliar o número de questionários. Para isso, começou-se desde a elaboração de um novo questionário piloto com 16 idosos, para depois então fazer o definitivo com mais 80 (oitenta), em diferentes bairros da cidade do Rio de Janeiro. MÉTODOS E TÉCNICAS DA PESQUISA Aplicou-se um questionário piloto com 16 pessoas na faixa de 56 a 90 anos de idade. Nesse piloto resolveu-se incluir perguntas relativas ao ambiente da cozinha, as atividades exercidas pelos idosos, para se ter uma idéia melhor dos riscos que os mesmos sofrem neste ponto da casa. Após o piloto, aplicou-se o questionário definitivo a 80 (oitenta) idosos de diferentes bairros da cidade. Após a apresentação dos objetivos da pesquisa, detalhava-se o tema que seria tratado. Neste primeiro contato, antes mesmo de perguntar se a pessoa se disporia a responder, já surgiam dúvidas como – Para que? Com que finalidade? Neste momento verificava-se a importância da linguagem no trato com os futuros entrevistados, pois mesmo entendendo a finalidade da pesquisa em nosso discurso sobre o tema, demonstravam dificuldade em entender certos termos. Percebeu-se que o respeito e a paciência são fundamentais com os idosos, pois, muitas vezes, o esforço para que se coloquem a vontade é, em geral, maior do que se imagina a princípio. Durante a entrevista, permanecia-se ao lado do idoso, para responder às dúvidas que surgissem, porém não se emitia qualquer tipo de opinião ou indicação, que pudesse interferir na resposta do entrevistado.
Muitas vezes, achar o médico numa urgência não é fácil. Menos ainda quando se trata de tirar uma dúvida. De um ano para cá, hospitais, laboratórios e empresas privadas passaram a investir pesado em recursos tecnológicos para facilitar a comunicação com o paciente. Assim, agilizam-se remoções em casos de emergência e, ao mesmo tempo, evitam-se deslocamentos desnecessários ao hospital ou ao médico. SENSORES DOMÉSTICOS DETECTAM DEMÊNCIA
Um estudo da Oregon Health & Science University, dos Estados Unidos, mostra que detectores de movimento e sensores de portas, instalados nas residências de idosos, pode ajudar a rastrear padrões de atividade que, se acredita, estão relacionados aos primeiros sinais da demência.
Considerada uma doença da arquitetura moderna, a chamada "síndrome do edifício doente" se desenvolve em prédios selados que possuem baixa taxa de ventilação externa. Nesses ambientes - onde a maioria das pessoas costuma passar até 90% do tempo -, o risco de contaminação por microorganismos (fungos, vírus, bactérias) chega a aumentar em até 50 vezes, se comparado com o ar das ruas. No caso dos fungos, por exemplo, as partículas são 40 vezes mais tóxicas quando inaladas do que quando ingeridas. EXAMES EM CASA SE EXPANDEM
Os exames em casa (delivery) são indicados, principalmente, nos casos em que o paciente já tem uma estrutura de atendimento no domicílio, o home care A evolução destes serviços de diagnósticos tem crescido muito, notadamente, em São Paulo. Vários médicos consultam o CRM-SP perguntando se podem ou não fazer determinado exame na casa dos pacientes. Recentemente, um médico perguntou se poderia fazer em casa uma endoscopia digestiva, que requer a infra-estrutura hospitalar. Para quem não tem condições de se locomover, o serviço é excelente. Esse tipo de serviço deve ser feito em casos excepcionais, não podendo ser transformado em regra. A tendência de miniaturização dos equipamentos de diagnóstico é irreversível. A qualidade dos aparelhos portáteis é excelente e muitas clínicas e hospitais já trabalham com eles, com a demanda tendendo a aumentar em 2006.
O hospital Samaritano de São Paulo também começou a oferecer exames domiciliares, todos na área da cardiologia. São procedimentos como eletrocardiograma, holter (sistema que grava o eletrocardiograma por um longo período de tempo), monitorização ambulatorial da pressão arterial e ecocardiograma. A iniciativa só foi possível com a compra de equipamentos portáteis, como o novo ecocardiógrafo -com peso inferior a 3kg e tamanho semelhante ao de um caderno escolar, ele cabe na própria pasta do médico. A estimativa é que o novo serviço eleve em 10% o volume de exames cardiológicos realizados pelo Samaritano. INFECÇÕES NO AMBIENTE DOMICILIAR: Fonte :United Kingdom Home Care Association O home care embora tenha muitas características com os serviços hospitalares, é uma entidade única, com uma complexidade que é conseqüência de um trabalho de grande know how que estas empresas desenvolvem, no processo de cuidar de seus pacientes. Alguns de seus serviços vêm liberando o internamento hospitalar e/ou tratamentos ambulatoriais. Por isso mesmo, a atividade de home care gera resíduos na casa do paciente que deve ser gerenciado com os mesmos princípios em mente utilizados pelo processo gerencial das instituições de saúde, porém, sem os mesmos recursos disponíveis no ambiente hospitalar. A empresa de home care, portanto, tem a responsabilidade de atingir as mesmas metas preventivas que um hospital, porém em um ambiente onde a tarefa de controlar processos específicos fica não tão somente nas mãos do cuidador formal (Profissionais da Saúde), mas também, nas mãos do cuidador informal (parente ou amigo) ou até mesmo o próprio paciente. Esta participação nos processos gerenciais jamais ocorreria em um ambiente hospitalar, porém, é uma realidade diária em home care. Enquanto, no hospital o lixo é gerenciado internamente, em home care , a equipe clínica é obrigada a acondicionar e transportar o lixo até a sede da empresa, armazená-lo e depois entregá-lo a uma empresa especializada na área de gerenciamento de resíduos s ólidos de saúde. A necessidade de transporte externo destes resíduos entre a casa do paciente e a base da empresa de home care é o que gera a maior dificuldade em seguir a risco a regulamentação existente. Assim sendo, um dos lados positivos do sistema de home care é a ausência de infecções, fato tão estudado e analisado nos hospitais. A infecção hospitalar que acontece em praticamente em todos os grandes hospitais brasileiros é em home care reduzida muitas vezes a zero. Entretanto a ausência da infecção em home care tem que ser constantemente monitorada e estudada. A educação médica dos familiares do paciente é um benefício indireto do home care. Esta educação preventiva residencial por parte do home care deve ser considerada como uma das mais criativas das soluções educacionais na área de saúde. Ao tomar contato diário com os serviços prestados ao paciente olhando e observando diretamente o tratamento da enfermagem, a tendência dos familiares é absorver estes ensinamentos, pois, caberá a eles a continuação do tratamento após a alta do paciente. Depois, de posse destes conhecimentos e informações poderiam usá-los para o seu próprio benefício ou repassá-los para outras pessoas gerando uma ótima forma de difundir informações médicas a níveis de conhecimentos leigos. O home care propicia verdadeiras aulas de cuidados de enfermagem, prevenção e educação sanitária. É um efeito colateral saudável. Alguns destes programas de prevenção deverão incluir visitas pré-programadas de médicos e enfermeiras, instruções e treinamentos do paciente e de seus familiares, educação sanitária, orientação para procurar o m édico (de família) precocemente, fazer exames e seguir as principais regras, condutas e procedimentos que tenham sido desenvolvidos para melhorar e manter a qualidade de vida. Atualmente, a maioria das empresas de saúde no Brasil ainda opta por atitudes de assistência médica exclusivamente ambulatorial ou hospitalar, mas já estão conhecendo a importância e o complemento, bem como o verdadeiro benefício que a internação domiciliar proporciona Fora do ambiente hospitalar, em pacientes idosos e com doenças crônicas, as infecções mais freqüentes são as urinárias e as respiratórias. Isso requer um acompanhamento constante em virtude de estarem sendo utilizados antimicrobianos. Assim, os antibióticos devem ser administrados com racionalidade, da mesma maneira que o fazem no hospital, visto que a bactéria que desenvolve resistência dentro de um hospital, pode, também, adquirir resistência no ambiente domiciliar. HomeCare Plus |