REAÇÃO ALÉRGICA À CARNE PODE NÃO SER TÃO RARA QUANTO SE PENSAVA

A alergia à carne pode ser mais comum do que se pensava, segundo estudo apresentado esta semana no encontro científico da Academia Americana de Alergia, Asma e Imunologia. De acordo com os pesquisadores da Universidade da Virgínia, nos EUA, não é raro o fato de algumas pessoas sofrerem anafilaxia - reação alérgica grave e potencialmente fatal - ao comer carne. Em estudo com 60 pacientes que apresentaram graves reações alérgicas inexplicáveis, os pesquisadores observaram que um carboidrato presente na carne, chamado alfa-galactose, poderia ser o culpado pelo problema.

Com as análises, os especialistas descobriram proteínas do sistema imunológico chamadas anticorpos IgE em 25 dos 60 pacientes em resposta à alfa-galactose, indicando que a reação alérgica poderia ser uma resposta imunológica ao consumo de carne.

"Acreditamos que a presença do anticorpo IgE a este açúcar é mais disseminado na população humana como um todo do que tínhamos inicialmente esperado", destacou o pesquisador Scott Commins. "O que estamos descobrindo é que a noção tradicional de que a alergia à carne é muito rara pode, na verdade, não ser verdade", acrescentou.

Os pesquisadores explicam que a alfa-galactose é produzida na maioria dos mamíferos, mas os seres humanos produzem um anticorpo em resposta a esse açúcar. "Então, o problema surge quando as pessoas fazem o anticorpo IgE ( em resposta ) a este carboidrato e, depois, comem carnes ou laticínios que contêm o açúcar, tendo uma reação atrasada", pontuaram os especialistas.

Porém a anafilaxia parece surgir raramente porque o consumo desses alimentos pode ter sido de quatro a seis horas antes. "O cenário típico tem sido: se você não reage à comida dentro de duas horas, então, não é o alimento; neste caso, isso não parece ser a verdade", explicou Scott Commins.

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ALIMENTOS RICOS EM FRUTOSE AUMENTAM A PRESSÃO ARTERIAL

Um estudo apresentado no Congresso da Sociedade Americana de Nefrologia demonstrou que uma dieta rica em frutose, o mais doce dos açúcares naturais, pode aumentar o risco de hipertensão arterial. Os americanos consomem 30% a mais de frutose do que consumiam há 20 anos atrás.Uma consequência direta deste fato é a crescente epidemia de obesidade nos Estados Unidos. 

Os autores do estudo avaliaram 4.528 adultos sem antecedentes de hipertensão arterial.A ingestão de frutose foi calculada utilizando um questionário dietético, o qual quantificava  o consumo de alimentos ricos em frutose como os sucos de frutas, refrigerantes, produtos de panificação e confeitaria.A pressão arterial considerada normal entre os participantes do estudo era em torno de  120/80 milímetros de mercúrio (mmHg).

Os pesquisadores descobriram que os indivíduos que ingeriam mais de 74 gramas de frutose por dia, apresentavam chances 28% maiores de medidas da pressão arterial próximas a 135/85 mmHg. Também havia um aumento do risco de leituras maiores que 140/90 mmHg e 160/100 mmHg em 36% e 87% dos indivíduos, respectivamente.

"Estes resultados indicam que a ingestão de frutose sob forma de adição de açúcares, é significativa e independentemente associada com níveis mais elevados de pressão arterial", concluiram os autores do estudo, acrescentando que pesquisas futuras são necessárias para determinar se haveria uma redução da pressão arterial secundária a diminuição da ingestão de frutose.

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DOENÇAS ASSOCIADAS A ESTILO DE VIDA MATAM MAIS QUE A VIOLÊNCIA

Doenças provocadas por fatores como sedentarismo, fumo, consumo excessivo de álcool e alimentação inadequada são a principal causa de morte no país. É o que confirmam os dados do "Saúde Brasil 2007", levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (06/11), em Brasília, durante a 8ª Expoepi - Mostra Nacional de Experiências Bem Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças.

O trabalho, uma análise dos registros do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) de 2005, mostra que o grupo das doenças do aparelho circulatório - infartos, derrames, diabetes e hipertensão, entre outras - representa 32,2% do total de mortes no país. O câncer aparece em segundo lugar na lista (16,7%), seguido de causas externas, como violência e acidentes de trânsito (14,5%) e doenças do aparelho respiratório (11,1%).

Entre as doenças do aparelho circulatório, o AVC (Acidente Vascular Cerebral), também chamado de derrame, é o principal vilão: representa 10% de todas as mortes registradas naquele ano. Em segundo lugar está a chamada doença isquêmica do coração, principalmente o infarto do miocárdio, que foi a causa de 9,4% do total de registros.

O Ministério da Saúde ressalta que esse perfil acompanha uma tendência mundial - à medida em que o país se desenvolve, doenças infecciosas e parasitárias deixam de ser a principal ameaça. Em 1930, doenças como malária, tuberculose e diarréia eram a causa de 46% das mortes no país, sendo que hoje representam apenas 5%. Por outro lado, as doenças cardiovasculares, que hoje lideram o ranking, provocavam apenas 12% dos óbitos naquela época.

"Problemas como AVC e infarto têm componentes genéticos, mas fatores como o estresse, a falta de atividade física e a alimentação inadequada são determinantes para a obstrução das artérias que irrigam o cérebro e o coração", explica o clínico geral Jayme Campos Viana, do Hospital Prof. Edmundo Vasconcelos, em São Paulo.

Assim como as doenças do aparelho circulatório, o estilo de vida também é determinante para o desenvolvimento do câncer, segunda causa de mortes no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 85% dos tumores são provocados por fatores ambientais, como alimentação incorreta, exposição intensa ao sol e consumo excessivo de álcool e tabaco.

O perfil de mortalidade do brasileiro, no entanto, varia conforme a região do país. Nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Nordeste, causas externas, como violência e acidentes, ainda ocupam o segundo lugar no quadro geral de mortes. Somente no Sul e no Sudeste é que esses fatores estão em terceiro lugar no ranking.

Também há diferenças em relação aos sexos. Para mulheres em idade reprodutiva, o câncer representa a maior ameaça à vida, especialmente os tumores de mama e útero. Logo em seguida, estão as doenças do aparelho circulatório, como AVC e infarto, que são a principal causa de morte para sexo masculino. Homicícios e acidentes de trânsito estão em segundo lugar para os homens.

Em agosto último, o Ministério da Saúde anunciou a implementação das ações voltadas para a promoção da saúde do homem, que devem contar com um investimento em torno de R$ 196 milhões até 2010, segundo o governo federal. O principal objetivo é incentivar os brasileiros a procurarem o médico com mais freqüência. Para se ter uma idéia, as mulheres foram responsáveis por cerca de 17 milhões das consultas médicas de prevenção no SUS (Sistema Único de Saúde). Entre os homens, o total foi de 2,7 milhões de atendimentos.

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BRÓCOLIS PODE PROTEGER PULMÃO DE FUMANTES

Um estudo conduzido nos Estados Unidos sugere que o brócolis pode ajudar a reduzir os danos causados nos pulmões de pacientes que sofrem de uma séria doença pulmonar geralmente associada ao fumo.

A equipe, da John Hopkins School of Medicine, em Maryland, acredita que um composto produzido pelo brócolis, o sulforafano, aumenta a atividade da proteína NRF2 - conhecida por ser um potente antioxidante e componente de defesa dos pulmões contra inflamações. Essa ação protegeria as células dos danos causados pela doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), normalmente causada pelo fumo e que engloba um conjunto de problemas pulmonares, entre eles a bronquite crônica e o enfisema.

Segundo o estudo, essa proteína aciona vários mecanismos que removem toxinas e poluentes que podem danificar as células pulmonares. "Aumentar a atividade do NRF2 pode levar à tratamentos úteis que previnem a evolução da DPOC", disse Shyam Biswal, que coordenou a pesquisa.

O estudo foi publicado na edição desta segunda-feira da revista científica "American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine". Para chegar aos resultados, os pesquisadores examinaram amostras de tecido dos pulmões de fumantes infectados e não-infectados pela DPOC para determinar os níveis de NRF2 nos dois grupos.

Quando comparados com fumantes que não sofriam da doença crônica, os pacientes de DPOC em estágio avançado demonstraram níveis muito menores da proteína. Por isso, os pesquisadores acreditam que tratamentos direcionados a aumentar os níveis de NRF2 podem atenuar os efeitos do estresse oxidativo provocado pela DPOC nos pulmões. Segundo o estudo, o sulforafano é capaz de restaurar os níveis reduzidos do NRF2 nas células expostas à fumaça do cigarro.

Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que o mesmo composto encontrado no brócolis era capaz de reverter os danos causados pela diabetes aos vasos sangüíneos do coração. "Pesquisas futuras devem ser direcionadas ao NRF2 como uma nova estratégia para aumentar a proteção antioxidante nos pulmões e testar sua habilidade em melhorar a função pulmonar de pacientes com DPOC", disse Biswal.

 

Um porta-voz da Fundação Britânica dos Pulmões afirmou que o estudo é importante para mostrar o desequilíbrio entre oxidantes e antioxidantes nos pulmões. "Sabemos que o brócolis contém compostos naturais, mas por enquanto os estudos foram feitos apenas em laboratórios e são necessárias mais pesquisas para descobrir se pode produzir os mesmos efeitos em humanos", disse.

A doença pulmonar obstrutiva crônica foi considerada a quinta mais letal do Brasil, segundo dados recolhidos pelo Projeto Platino, que investigou a incidência da doença no Brasil em 2003. Segundo os dados, a DPOC provoca cerca de 270 mil hospitalizações anualmente, e é causa crescente de morte no país.

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DIETA NA INFÂNCIA E DESENVOLVIMENTO ESCOLAR

Uma dieta inadequada nos primeiros anos da infância pode afetar o posterior desenvolvimento escolar das crianças, segundo indica um estudo publicado hoje no Reino Unido. A pesquisa, realizada por especialistas das universidades inglesas de Londres e Bristol, assinala que as crianças que aos 3 anos consumiram muita comida de baixa qualidade nutricional --como alimentos muito processados ou com alto conteúdo de sal e açúcar-- progrediam menos no colégio.

Os especialistas descobriram que, em comparação com outras crianças, as que se alimentaram mal tinham 10% menos probabilidades de alcançar os níveis de desenvolvimento esperados entre os seis e os dez anos.

Também comprovaram que o regime alimentar em anos posteriores não tinha tanta influência sobre o desempenho na escola. O trabalho apresentado hoje se baseou nos dados fornecidos por um estudo da Universidade de Bristol, que acompanha o desenvolvimento de 14 mil crianças desde seu nascimento, em 1991 e 1992. Para chegar a suas conclusões, os pesquisadores levaram em conta outros fatores que podem afetar o desenvolvimento escolar infantil, como baixa renda dos pais e más condições familiares. (13/08/08)

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CONSUMO DE CHÁ E MEMÓRIA DE IDOSOS

Beber chá frequentemente pode ajudar a saúde mental dos idosos, preservando a memória e reduzindo os riscos de declínio cognitivo, segundo estudo da Universidade de Cingapura. Avaliando 2,5 mil pessoas com idades acima dos 55 anos, os cientistas observaram que os participantes que não consumiam a bebida tiveram, nos dois anos de acompanhamento, queda média de dois pontos em testes de memória; enquanto aqueles que bebiam pelo menos duas xícaras por dia mantiveram os mesmos resultados nos testes cognitivos. Segundo os autores, os efeitos protetores do chá se devem a substâncias como o polifenol (com propriedades antioxidantes) e a teanina (que tem efeito relaxante), além do efeito sinérgico de vários componentes. E a descoberta poderia auxiliar na prevenção de demência e doença de Alzheimer. (21/07/08)

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SEMENTE DA UVA PODE SER ESPERANÇA CONTRA ALZHEIMER

Compostos polifenólicos derivados da semente da uva podem, no futuro, serem úteis para a prevenção e o tratamento da doença de Alzheimer, segundo estudo americano publicado no "The Journal of Neuroscience”. A pesquisa avaliou diversas moléculas contidas no vinho tinto, principalmente nas sementes de uva vermelha, além da possibilidade de desenvolver “pílulas miméticas de vinho” que substituiriam a taça diária recomendada por especialistas para a prevenção da doença.

E, segundo os cientistas da Mount Sinai School of Medicine, um extrato das sementes reduziu consideravelmente a deterioração cognitiva em ratos com Alzheimer, ao prevenir a formação das placas de amilóide no cérebro. Os resultados sugerem que a forma comercial, chamada Meganatural AZ, ajudaria também contra perda de memória comum. (19/06/08)

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AMAMENTAÇÃO PROTEGE MAIS AS MENINAS

A amamentação faz bem à saúde de todos os bebês, mas em pelo menos um aspecto as meninas ganham mais em mamar no peito do que os meninos, dizem pesquisadores. Eles acompanharam um grupo de bebês de Buenos Aires que nasceram prematuros e com peso muito baixo, para examinar o efeito protetor da amamentação contra infecções respiratórias. E viram que as meninas corriam risco bem menor de ter essas infecções do que os meninos.

O consenso entre inúmeras pesquisas é que os bebês que mamam no peito têm uma série de benefícios para sua saúde. Eles sofrem menos infecções de ouvido, estomacais e intestinais, menos doenças e alergias de pele, e menos risco de desenvolver pressão alta, diabetes e obesidade. E também há indícios de que eles podem se tornar mais inteligentes.

 

"O aleitamento materno é uma fonte maravilhosa de nutrição, é importante para o desenvolvimento. Todos se beneficiam com ele", diz um dos autores da nova pesquisa, Fernando Polack, da Universidade Johns Hopkins (Estados Unidos). "Mas, no caso das doenças respiratórias agudas, como bronquiolite e infecções virais do trato respiratório, parece que há mais benefícios para as meninas. E esse benefício é substancial", afirma Polack.

O grupo estudou uma população de bebês especialmente sujeita a esse tipo de infecção -- 119 crianças que pesavam menos de 1,5 kg na hora do nascimento. Metade das meninas que não mamaram no peito tiveram de ser hospitalizadas quando passaram por sua primeira infecção respiratória, enquanto apenas 7% das que foram amamentadas pela mãe precisaram ir para o hospital. Já entre os meninos, não houve diferença: cerca de um quinto deles foi hospitalizado nas mesmas condições em ambos os grupos. O padrão se repetiu ao longo de todo o primeiro ano de vida dos bebês, relataram os pesquisadores em artigo na revista médica "Pediatrics". Segundo Polack, é possível que algum componente do leite materno ative melhor o sistema de defesa do organismo das meninas do que o dos meninos.

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PERIGO COMEÇA CEDO

Nas crianças obesas, as artérias podem começar a ficar doentes aos sete anos de idade. A afirmação é de pesquisadores italianos e americanos, que publicaram seu trabalho na revista "Diabetes Care". Para chegar a essa conclusão, foram estudadas cem crianças obesas com idade entre 6 e 14 anos, que foram comparadas a crianças com peso normal. As crianças obesas apresentavam alterações da pressão arterial e dos níveis de colesterol no sangue, além de uma tendência ao diabetes que é representada pela resistência à insulina.

O dado mais impressionante do estudo foi a constatação de que as artérias dessas crianças já estavam começando a ficar rígidas e com as paredes mais espessas. Essas alterações arteriais são precursoras do estreitamento da doença coronariana. As alterações das artérias foram descobertas através de um exame de ultra-som das carótidas, que levam o sangue ao cérebro. A relação entre obesidade e um risco aumentado de diabetes e doenças do coração já era conhecida dos médicos, porém nunca haviam sido detectadas alterações tão graves em crianças tão jovens. Todos esses achados reforçam a tese de que a obesidade deve ser combatida, principalmente com a mudança de hábitos desde a infância.

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ALIMENTAÇÃO INADEQUADA, SAÚDE EM RISCO

Cada vez mais o prato típico na mesa do brasileiro – arroz, feijão, bife e salada – dá lugar a outros alimentos, como os lanches e as refeições de fast food, mais rápidas de preparar e comer. Mas se sobram praticidade, gorduras e carboidratos, faltam vitaminas e minerais, essenciais para manter uma vida saudável.

Em estudo realizado entre março e abril de 2006 - por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade de São Paulo (USP), foram entrevistadas 2.420 pessoas com 40 anos ou mais, em 150 municípios das cinco regiões do país. O resultado foi preocupante: o consumo de vitaminas e minerais não está nem perto de alcançar a necessidade diária recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A pesquisa aponta os seguintes dados:

  • 90% dos entrevistados consomem apenas 1/3 dos 1.200 mg de cálcio recomendados diariamente
  • 81% não alcançam a quantidade recomendada de vitamina K, que é de 120 mcg para homens e 90 mcg para mulheres. Ela é responsável, entre outras funções, por prevenir a osteoporose
  • 99% consomem menos do que deveriam de vitamina D. Sua função é regular a presença de cálcio no sangue

O resultado da falta desses nutrientes se reflete diretamente na piora da saúde da população, que apresenta maior incidência de obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, hipertensão e osteoporose.

Refeição equilibrada

O prato típico do brasileiro é, por excelência, uma refeição equilibrada, segundo Ariane Nadólskis Severine, coordenadora da Nutrição Clínica do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). Isso porque contempla:

  • uma fonte de proteína, a carne vermelha ou branca;
  • uma fonte de carboidrato, o arroz, a batata ou as massas;
  • vitaminas, fibras e minerais, nas saladas com verduras e legumes e também nas frutas da sobremesa.

A falta de uma vitamina (a chamada hipovitaminose) ou mineral, além de comprometer o bom funcionamento do organismo, facilita o aparecimento de doenças. Alguns exemplos:

  • beribéri: causada pela falta de vitamina B1, provoca fraqueza muscular e dificuldades respiratórias;
  • escorbuto: resultante da falta de vitamina C, gera fraqueza, anemia e doenças da gengiva;
  • raquitismo: devido ao baixo consumo de vitamina D, os ossos não conseguem se desenvolver por problemas de calcificação;
  • xeroftalmia: vem da pouca vitamina A e causa problemas na visão.

Como a falta de vitaminas atualmente tem relação com a alimentação inadequada, a saída é equilibrar o corre-corre e os alimentos que não podem faltar no prato. Para isso, a nutricionista dá as seguintes dicas:

  1. Se não der para fazer uma refeição completa, opte por lanches saudáveis com frutas e sucos naturais;
  2. Ao almoçar fora, dê preferência às preparações com pouca gordura;
  3. No escritório, substitua as bolachas por frutas secas como damasco, banana passa, ameixa e tâmaras;
  4. Beba água ao longo do dia: o corpo precisa de pelo menos 1,5 litros para manter-se hidratado.

Saúde no prato

Carnes, frutas, legumes e verduras, entre outros alimentos, fornecem os nutrientes de que o organismo precisa. A dica é ficar de olho na tabela para saber o que anda faltando no prato.

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