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AMBIENTE DE TRABALHO CONTRIBUI PARA AUTO - MEDICAÇÃO

O livre acesso à pequena farmácia disponível em algumas empresas ou o apelo ao colega precavido que sempre dispõe de um comprimido para qualquer mal-estar, além da facilidade no Brasil em se adquirir remédios controlados, podem significar riscos à saúde. De acordo com o médico Gilberto Ururahy, a automedicação pode mascarar doenças graves e até mesmo causar dependência. O médico alerta que, para manter a saúde em dia, todo trabalhador deve manter seu check-up atualizado.

Essa é a melhor maneira prevenção. O alto nível de estresse no trabalho pode desencadear patologias, como depressão, diabetes, hipertensão arterial, colesterol elevado, alterações do desejo sexual, aumento do tabagismo e queda na imunidade do indivíduo, além de fadiga e insônia. Tratá-las sem acompanhamento médico é um erro - alerta Ururahy.

Ao longo de 18 anos, Gilberto Ururahy acompanhou 32 mil executivos e realizou uma pesquisa no Rio de Janeiro que constata que a automedicação por vitaminas, redutores de colesterol, antihipertensivos, anti-inflamatórios, analgésicos, antiácidos, tranqüilizantes, moderadores de apetite, ansiolíticos, e substâncias indicadas para distúrbio da ereção no ambiente empresarial é muito mais comum do que se imagina.

Em um universo de 6.400 executivas avaliadas, 20% assumiram se automedicar e 16% dos 25.600 homens envolvidos no estudo, também. A tensão no trabalho é o combustível para doenças: 62% das mulheres e 70% dos homens sofrem altos níveis de estresse e apresentam estilo de vida competitivo e obsessivo por resultados.

Isso reflete os índices de depressão (8%), insônia (média de 25% entre homens e mulheres), diabetes (7%), hipertensão arterial (16% em no caso delas e 23% deles), colesterol e triglicerídeos elevados (42% das avaliadas e 80% dos avaliados), entre outras patologias. O pior é que muitas das vezes esses sintomas são agravados com a automedicação, especialmente quando esta é realizada de maneira combinada.

 

Independentemente da posição que ocupam na empresa, idade ou sexo, a maioria dos trabalhadores recorre, em algum momento da vida profissional, a um desses medicamentos como forma de enfrentar o turbilhão do cotidiano - lamenta o médico. Ignorando os riscos a que se submetem, os mais velhos optam pelo mau hábito, visando a melhora em suas condições físicas. Já os mais jovens praticam a automedicação para enfrentar as doenças como modernas, entre elas as psicossomáticas, como a síndrome do pânico. O que ambos esquecem é que os medicamentos apresentam efeitos colaterais.

O ácido acetilsalicílico (aspirina), por exemplo, tão utilizado para dores de cabeça, pode acarretar alergia, gastrite ou hemorragia digestiva quando utilizado de maneira continuada. O mesmo pode ocorrer mediante uso freqüente de anti-inflamatórios. Outro exemplo são os antibióticos, que podem não produzir o efeito esperado, gerar resistência e até provocar o desenvolvimento de fungos indesejáveis. Essa bengala química traz riscos ao coração, ao fígado e aos rins, entre outros órgãos - alerta o médico.

Para Gilberto Ururahy, além da questão cultural do brasileiro, a prática da automedicação é impulsionada pelo envolvente marketing praticado pelas indústrias farmacêuticas. As vendas anuais de vitaminas nos Estados Unidos giram em torno de US$ 15 bilhões. Embora não haja dados de órgãos oficiais, a experiência do médico aponta que, no Brasil, a realidade não é muito diferente.

Aqui, o indivíduo comumente se automedica com o balconista da farmácia, seja por falta de tempo, impaciência, comodidade, ou até economia, evitando uma consulta médica. Quando não, busca facilmente todo tipo de medicamento através da internet, hábito cada vez mais difundido e perigoso - pondera Ururahy.


ENFERMAGEM CRESCENTE

Novas análises do Instituto Canadense de Informação para a Saúde, baseado em pesquisas entre os anos de 2006/2007, revela que 33% dos cuidadores de pacientes de longa duração, com necessidades de alta complexidade, foram diagnosticados com sintomas de esgotamento (caregivers burden), o qual é duas vezes mais a taxa encontrada em cuidadores que fazem serviços de menor complexidade, ou seja, 16%.

A pesquisa também relatou que ¼ dos cuidadores são membros da família do paciente. Ainda de acordo com a pesquisa, o crescimento dos gastos do governo do Canadá subiram de US$ 1.6 bilhões no período entre 1994/1995 para US$ 3,4 bilhões entre 2003/2004. Os gastos com os serviços de home care do governo do canadense, representou 4% do orçamento total gasto com saúde no período de 2003/2004.

Por sua vez, o número de enfermeiras credenciadas no Canadá aumentou mais de 15.000 em quatro anos entre 2003 e 2006, passando para 325.299, o que representa um crescimento de 5% no número de enfermeiras, comparado com os 3% do aumento da população do Canadá naquele mesmo período. Portanto, existem 772 enfermeiras graduadas para cada grupo de 100.000 canadenses.


AVANÇO NO ATENDIMENTO

A auxiliar de enfermagem Nilza Costa Veríssimo, de 44 anos, acompanhou, com interesse, a primeira aula do curso de aperfeiçoamento do Programa de Educação à Distância para profissionais das equipes de saúde da família.

Papel e caneta nas mãos, ela anotou, cada detalhe exposto no telão de uma das salas da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Funcionária do Centro de Saúde São Miguel Arcanjo, na Vila Nossa Senhora de Fátima, no Aglomerado da Serra, ela busca mais capacitação para entender e atender melhor pacientes que moram em áreas de risco.

Ela está entre os 120 alunos da turma que integra o projeto-piloto desenvolvido pela prefeitura em parceria com a UFMG e a Fundação Angelo Celli, da Itália. O projeto tem médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, dentistas, assistentes sociais e gerentes de 15 das 139 unidades de saúde de Belo Horizonte. O objetivo é a melhoria da atenção básica na rede pública municipal, segundo a coordenadora-geral do projeto, Sônia Gesteira Matos. Segundo ela, a maior preocupação apontada na pesquisa feita com os profissionais do Programa de Saúde da Família (PSF) foi o atendimento a pacientes portadores de doenças crônicas.

"As equipes têm dificuldade de incentivar hipertensos e diabéticos, por exemplo, à mudança de hábito", destaca Sônia. O relacionamento, a linguagem e a dinâmica usada com os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em Belo Horizonte também foram apontados como dificuldades, assim como as diferenças do trabalho desenvolvido em um hospital de emergência e um centro de saúde.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Helvécio Miranda Magalhães, a prefeitura está trocando experiências com outros países que também combatem a desigualdade no sistema público. Ele informou que, nos próximos dois anos, os investimentos serão focados em um processo de educação permanente.

Para o coordenador-geral do projeto Saúde para Todos na América Latina, o italiano Enrico Petrangeli, a metodologia de intervenção e os conteúdos desenvolvidos pela UFMG são bem articulados com a realidade local. Por isso, a capacidade de concretização de qualificação depende muito do empenho dos profissionais integrados ao projeto.


GOVERNO QUER PAGAR FACULDADE EM TROCA DE SERVIÇO NO SUS

Está em estudo no Ministério da Educação uma proposta que prevê o financiamento de cursos de graduação na área de saúde para alunos que se dispuserem a prestar serviços na rede pública. O objetivo é tentar reduzir a falta de médicos e profissionais de saúde em regiões distantes e no interior dos Estados.

Pelo projeto, parte do Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) seria destinada ao pagamento de 100% da mensalidade, principalmente em medicina, durante o curso.

Em contrapartida, depois de formado, o beneficiado assinaria um contrato com o SUS (Sistema Único de Saúde) para atender a população em áreas carentes desse tipo de profissional.

A duração da prestação do serviço pelo jovem seria determinada pelo valor da mensalidade e pelo período em que ela foi financiada. Caso haja algum tipo de impedimento do formando em cumprir o contrato, ele pagaria a dívida pelo financiamento de seu curso.

Detalhes

Técnicos do ministério estão finalizando a proposta para definir, por exemplo, qual seria o prazo necessário de contrato e quais os cursos da área de saúde a serem incluídos.

A idéia é atender inicialmente medicina, mas podem entrar outros, como odontologia e fisioterapia. Para vigorar, o projeto dependerá de aprovação do Congresso Nacional.

O Fies, criado no fim dos anos 90 para substituir o Creduc (Programa de Crédito Educativo), financia atualmente 50% do valor da mensalidade -o restante é pago pelo aluno. Enquanto cursa a graduação, o beneficiado se compromete a pagar, a cada três meses, R$ 50, valor abatido do saldo devedor.

Após a formatura, ele tem um prazo para pagar o restante do financiamento. A taxa de juros está atualmente em 9% ao ano. A inadimplência está em 23%.

Inscrições

Ontem, o Ministério da Educação anunciou que oferecerá neste semestre 100 mil contratos do Fies, com investimento previsto de R$ 100 milhões. São 381 mil contratos ativos, com orçamento de R$ 816 milhões neste ano.

Segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, a expectativa é que a demanda pelo Fies caia, como no ano passado, devido à oferta de bolsas de estudo pelo Prouni (Programa Universidade para Todos). Em 2005, houve cerca de 130 mil inscrições, e foram concedidos 77,2 mil financiamentos. No ano anterior, a procura havia sido de aproximadamente 200 mil alunos.

Haddad também afirmou que pretende recorrer ao Conselho Monetário Nacional para solicitar a redução da taxa de juros do Fies. Estudantes do Prouni que tenham bolsas parciais (50% da mensalidade) também podem solicitar financiamento por meio do Fies.

As inscrições estarão abertas de 6 a 19 de novembro para bolsistas do Prouni e de 6 a 26 de novembro para os outros estudantes. Apesar de a inscrição ser em novembro, os contratos serão retroativos ao início deste semestre. O ministério não aceitará, neste ano, a adesão ao Fies de instituições particulares cujos cursos tenham duas avaliações negativas.


FACILITAJA.COM.BR NA ÁREA DA SAÚDE

O site www.facilitaja.com.br que visa desenvolver uma biblioteca virtual publicando trabalhos acadêmicos (teses, artigos ou monografias), com o intuito de auxiliar os estudantes, bem como os profissionais a encontrar matérias e maiores informações para os seus projetos de pesquisa, firmou este mês, uma parceria com o Portal HomeCare Plus.

A parceria tem como meta oferecer maiores subsídios aos estudantes da área de saúde. Aqueles que tiverem seus trabalhos publicados no site FacilitaJa.com.br, quer serão previamente analisados pela comissão editorial do site, após a publicação do trabalho, também terão uma remuneração pelo trabalho escolhido e publicado. Futuramente, os Top Autores do site FacilitaJa.com.br que tiverem seus trabalhos mais acessados por outros estudantes e demais interessados, contarão com um subsídio extra de participação.

Para Pierre Villela Petit, Diretor do site FacilitaJa.com.br, que é filial da empresa francesa (Oboulo.com), o site também se preocupa em desenvolver uma política de inclusão digital ao ajudar o público mais carente que não possui dinheiro para comprar livros, porém tem o auxílio da internet para estudarem em suas faculdades ou centros do governo que disponibilizam ao acesso à internet.

Prova disso, é que em editorial recente da revista The Economist fica claro ao afirmar que “a empresa bem-sucedida de amanhã não pode mais ser uma instituição sem rosto, que não faz nada além de vender o produto certo pelo preço certo. Ela terá de se apresentar como uma pessoa humana – como um ator inteligente, de caráter íntegro, que se submete explicitamente ao julgamento dos demais no que se refere ao tratamento que dispensa aos seus empregados e suas relações com o mundo todo”.

Além da atratividade tecnologica do serviço FacilitaJa.com.br, a ambição da parceria junto ao Portal HomeCare Plus é criar uma base de conhecimento colaborativo específica e melhorar o acesso dos estudantes da área de saúde às ferramentas educacionais modernas e eficazes.


DA CARIDADE À PROFISSÃO

Pessoas dedicadas ao cuidado dos doentes existem desde sempre – mas essa atividade, por muito tempo, foi associada a um trabalho voluntário, de caridade, e normalmente executado por membros de ordens religiosas. Só no século 19 a enfermagem começou a se tornar realmente uma profissão. Quem conta é a professora Marilene Mangini Correia, diretora do curso de Enfermagem da PUCPR. Hoje, os enfermeiros estão não apenas nos hospitais, mas conquistaram um campo de trabalho muito mais amplo. No entanto, mantêm o espírito dos seus antecessores voluntários. “O essencial da profissão é cuidar de pessoas”, descreve Maria Luiza Hexsel Segui, coordenadora de enfermagem do Hospital de Clínicas, em Curitiba.

Esse contato com as pessoas é um dos aspectos mais cativantes da profissão, diz Maria Luiza – e gostar disso é uma característica praticamente obrigatória nos candidatos a enfermeiro, para Marilene. Mas o curso não pede apenas disposição para ser um anjo da guarda: há disciplinas que lembram mais a faculdade de Medicina, como microbiologia, histologia e anatomia. “Na verdade, existe um núcleo básico de disciplinas comuns a todos os cursos da área de saúde”, explica Marilene – o que pode levar a uma certa confusão entre as carreiras.

Maria Luiza se formou em 1981, em Passo Fundo (RS). “Nossa turma foi a primeira do curso na universidade. Saímos todas empregadas”, lembra. Na época, as alternativas para enfermeiros eram duas: hospital ou docência. Maria Luiza escolheu os hospitais, onde viveu toda a sua carreira, no Rio Grande do Sul e em Curitiba. No HC , ela passou pela emergência, pela infectologia e pela UTI adulta. Há um mês e meio está na coordenação de enfermagem.

Quem se forma agora, no entanto, tem um leque muito maior à disposição. Marilene e Maria Luiza listam as possibilidades: dentro dos hospitais, setores de compras, administração, auditoria e treinamento; fora, há emprego em clínicas, consultórios, unidades de saúde, empresas de produtos médicos, planos de saúde, seguradoras, empresas com muitos funcionários (obrigadas a ter enfermeiros) e na assistência domiciliar, o chamado “home care”, em que os cuidados são feitos na casa do paciente.

Mas, apesar do crescimento no campo de trabalho, o recém-formado precisa estar preparado para um começo de muito esforço. “Infelizmente a remuneração inicial muitas vezes força o enfermeiro a ter mais de um emprego”, diz Marilene. E Maria Luiza dá mais um conselho: “o mercado está ficando cada vez mais competitivo. Quem quer uma posição sólida não pode se contentar apenas com a graduação.”

SAMEDLAR REALIZA ESTÁGIO EM ENFERMAGEM

Por: Enfermeira Mônica Chaves da SamedLar (MG)

A Enfermeira Mônica Chaves da SamedLar (MG) destaca a importância do estágio dos alunos em graduação em enfermagem para o setor de home care. Como enfermeira e pesquisadora, vivencia de perto a importância do ensino, da pesquisa e da prática na formação dos alunos. No caso da SamedLar, foram desenvolvidos alguns projetos tais como: Avaliação do perfil do pacientes internados no ano de 2005, aplicabilidade da teoria de Florence Nightingale na assistência Domiciliar, entre outros. Outra conquista é que através do estágio estamos possibilitando o desenvolvimento de recursos humanos em saúde. Duas das enfermeiras qua trabalham atualmente na empresa foram acadêmicas.

Quando escrevi esta análise, parti do pressuposto da importância do estágio dos alunos em graduação para as instituições. No entanto, algumas instituições se negam a receber os alunos para estágio.  Como enfermeira e pesquisadora vivencio isso de perto, e sei da importância  do ensino, da pesquisa e da prática para formação dos alunos.

Acredito que o principal desafio da inserção do aluno no home care, e acredito que em qualquer campo de estágio é que ele possui uma visão crítica da  prática cotidiana, então é necessário que toda a equipe esteja apta para lidar bem com isso. São muitos questionamentos e opiniôes baseadas muitas vezes na teoria. Mas que muitas vezes contribuem para o aprimoramento do processo de trabalho.

Por outro lado, é muito importante a inserção de alunos nas instituições, pois possibilita o crescimento  e o desenvolvimento de projetos de pesquisa. No caso da PUC-MG, os alunos para concluirem o curso de graduação de enfermagem devem desenvolver um projeto de pesquisa, com base no diagnóstico situacional do campo de estágio. Desta forma são desenvolvidos muitos trabalhos que são de fundamental importância para  o desenvolvimento de ações priotitárias para a melhoria da qualidade da assistência prestada pela instituição. No caso da SamedLar (MG), foram desenvolvidos alguns projetos tais como: Avaliação do perfil do pctes internados no ano de 2005, aplicabilidade da teoria de Florence Nightingale na assistência Domiciliar, entre outros.

Outra conquista é que através do estágio estamos possibilitando o desenvolvimento de recursos humanos em saúde. Duas das enfermeiras qua trabalham atualmente na empresa foram acadêmicas.

Neste semestre, não tivemos alunos para estágio, isto se deve a escolha dos alunos, pois no últmo período (nono) os alunos escolhem o campo de estágio que desejam fazer estágio. Isto possibilita que o aluno, geralmente escolha o campo que deseja ingressar após a conclusão do curso


PROGRAMAS DE SAÚDE DA FAMÍLIA DÃO
NOVO IMPULSO À ENFERMAGEM


A decisão do governo federal de priorizar o Programa de Saúde da Família (PSF) refletiu diretamente no mercado de trabalho dos profissionais de enfermagem. Em dois anos, milhares de enfermeiros foram contratados e espalhados pelo Brasil. A mudança foi tão expressiva que o presidente do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), Gilberto Linhares, classifica sua profissão de privilegiada. O desemprego não chegou à enfermagem. A situação só está difícil para quem não quer deixar a região onde mora. A migração de mão-de-obra para a rede pública foi tão intensa que alguns Estados já sofrem com a escassez de enfermeiros.

Grandes hospitais de Recife não encontram profissionais , e classes inteiras de universidades do Norte estão sendo contratadas logo após a formatura. O problema, admite Linhares, são os salários. Sem legislação específica, os valores ficam ao sabor da livre negociação entre patrões e empregados.

A variação salarial existe entre Estados e municípios e entre as redes particular e pública. De acordo com o Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo, os profissionais ganham entre R$ 1.300 e R$ 1.500 para uma jornada de 35 a 40 horas semanais. Alguns profissionais em cargo de chefia chegam a receber R$ 3.000. No entanto, em Estados como Pernambuco, o salário de um recém-formado é de R$ 560 para oito horas diárias.

Apesar de ser uma profissão escolhida principalmente por mulheres, cada vez mais homens se dedicam a ela. Na década de 70, apenas 1% dos enfermeiros era do sexo masculino. Atualmente, de cada 100 profissionais , 14 são homens.

Outra mudança significativa diz respeito aos campos de atuação. Segundo a resolução 260/2001 do Cofen, 37 especialidades são consideradas típicas desses profissionais (ver quadro), que vêm conquistando espaço até na acupuntura. Dados do Cofen indicam que pelo menos 7.000 profissionais estão capacitados para atuar na área. A presidente do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), Akiko Kanazawa, aposta ainda na continuidade da expansão do serviço privado de home care (cuidar do paciente em sua casa), que surgiu na década de 90 em razão do alto custo hospitalar das internações.

As mudanças também podem ser percebidas pelas alterações que o currículo do curso vem sofrendo. Desde a publicação das novas diretrizes curriculares, em novembro de 2001, universidades têm se esforçado para adequar seu projeto às exi- gências do Ministério da Educação (MEC). Na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), muitas das questões abordadas pelo MEC já saíram do papel, como a obrigatoriedade dos estágios supervisionados em programas públicos de saúde.

Esse é o caso de Andressa Ruiz, de 24 anos, que estagiou em uma unidade do PSF da Prefeitura de São Paulo na zona sul da cidade. Aluna do quarto ano, Andressa acompanhou durante um mês uma equipe do programa, visitando famílias e participando de projetos educativos. A experiência lhe trouxe a saudável dúvida sobre qual área seguir. “Gosto de saúde pública e de pediatria. Como no PSF também atendo crianças, penso em conciliar as duas atividades.”

Na Unifesp, o desafio é implementar uma metodologia cada vez mais interdisciplinar e abordar as três grandes áreas definidas pela resolução: ciências biológicas e da saúde, ciências humanas e sociais e ciências da enfermagem. “Precisamos ter um novo olhar sobre o ensino”, explica a coordenadora do quarto ano do curso de enfermagem da Unifesp, Rosali Barduchi Ohl.


MERCADO DE TRABALHO EM CRESCIMENTO

Hoje, no Estado de São Paulo há quase 200 mil profissionais trabalhando como auxiliares e técnicos de enfermagem. Eles trabalham ao lado dos enfermeiros e médicos e precisam de um curso técnico para entrar no mercado. A equipe que fica com o cliente 24 horas é a equipe de enfermagem. A carga horária do auxiliar e do técnico é de seis horas por dia, durante a semana. Com plantões aos finais de semana de 12 horas.

O auxiliar de enfermagem faz atividades básicas como: auxiliar na alimentação, auxiliar no banho e higienização. Já o técnico de enfermagem faz atividades mais complexas e invasivas como, por exemplo, administração de uma medicação por soro.

Este é um profissional que lida com a dor, com o sofrimento do outro. Uma das coisas que os profissionais mais utilizam é com o sentimento de humanização no atendimento, tanto hospitalar como domiciliar em franco crescimento e que oferece boas oportunidades de trrabalho. Além do conhecimento técnico é necessário ter um bom aprendizado nas relações humanas. Um auxiliar ou um técnico de enfermagem para um bom serviço deverá ter, segundo os especialistas, contar com: paciência, carinho pelo paciente e muita atenção para administrar qualquer emergência, ter amor pelo próximo e respeito com a vida dele.

O curso é dividido: depois de um ano e dois meses eles podem ser contratados como auxiliar de enfermagem. Mais dez meses estudando e eles estão preparados para trabalhar como técnico em enfermagem.

Durante os estudos para ser técnico e auxiliar um dos primeiro módulos é a preparação para a ciência do cuidar. O aprendizado inclui anatomia, fisiologia humana e todas as técnicas do cuidado de enfermagem. No segundo módulo os ensinamentos são exclusivamente para cuidados de alta complexidade, como: terapia intensiva, pronto socorro e UTIs de neo-natologia,

Auxiliar de enfermagem: o piso fica entre R$ 427,00 e R$ 484,00, depende do local de trabalho, se é em uma clínica ou um hospital . A média, no mercado, é de R$ 700,00, mas o auxiliar pode ganhar até R$ 1.200, 00.

Desde junho de 2003, o curso de auxiliar de enfermagem deixou de existir sozinho e passou a ser uma etapa, um módulo do curso de Técnico de Enfermagem. Quem fez o curso antes desta data e hoje trabalha como Auxiliar de Enfermagem continua trabalhando até se aposentar.

O curso completo - Auxiliar + Técnico de Enfermagem - tem duração de 1 ano e meio, mas o aluno já pode trabalhar em hospitais ou clínicas desde que já tenha concluído a primeira etapa, que é a de auxiliar de enfermagem.

Quem concluir o curso de auxiliar de enfermagem, obrigatoriamente terá que concluir o de técnico de enfermagem num prazo máximo de cinco anos. Do contrário, não terá a carteira definitiva do Conselho Regional de Enfermagem, documento exigido na hora da contratação.

É importante que a pessoa interessada em atuar na área escolha fazer o curso em uma escola técnica credenciada. Para isso o candidato deve procurar a Secretaria de Educação do Estado e verificar se a escola que escolheu está cadastrada e credenciada a ministra o curso de técnico de enfermagem ou auxiliar de enfermagem. Se você fizer o curso em uma escola que não é credenciada não poderá exercer a profissão.

Enfermeiros, técnicos e auxiliares : funções distintas

Cada profissional tem seu papel bem definido. Assim, os auxiliares respondem pela locomoção de pacientes, transferências de macas, manutenção e reposição de medicamentos, equipamentos e materiais .

Já os técnicos precisam ficar atentos aos horários dos medicamentos e aplicações de remédios, além do acompanhamento do paciente, banhos refeições.

nico pode chegar a R$ 1.600,00 Os enfermeiros que precisam ter formação no curso superior da área, ocupam o nível mais alto dessa hierarquia. São eles que ficam responsáveis pelos procedimentos de admissão, exames físicos, auxiliam o médico no diagnóstico ou indicam o tratamento mais adequado.

Piso salarial para enfermeiros do Estado de São Paulo 2005/2006:

Fonte: SINDHOSP - Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde, Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas - Válido até agosto de 2006 –
Piso salarial: Capital e Grande São Paulo - 1.420,00
Interior - 1.311,00

Fonte: SINBFIR - Sindicato das Institutições Beneficentes, Filantrópicas e Religiosas do Estado de São Paulo: 1.526,00

Auxiliar de enfermagem: R$ 484,00
Técnico de enfermagem: R$ 528,00

Para clínicas, consultórios e laboratórios com mais de dez até vinte e cinco empregados , ficam estabelecidos os seguintes pisos salariais:

Auxiliar de enfermagem: R$ 427,00
Técnico de enfermagem: R$ 473,00

Áreas de atuação:

- Clínicas e Consultórios de Terapias Complementares- massagem, fitoterapia, podologia, heiki e outras. Home care assistência domiciliar em ascensão no Brasil.

- Hospitais, unidades básicas de saúde, ambulatórios, programas saúde -família, Serviço SAMU atendimento urgência.

- Auditorias de qualidade, Acreditação Hospitalar , Prontuário, Auditoria de riscos- responsabilidade civil profissional.

- Seguradoras de saúde, Operadoras de planos de saúde.

Escolas, Universidades como docentes de teoria e acompanhamento de estágio prático em hospitais.

- Acadêmica, Pesquisadores Enfermeiros Doutores para os Ministérios do Brasil. Empresas em geral com ambulatório de enfermagem-Qualidade de vida do trabalhador. Escolas de 1,2 graus com ambulatório




PROFISSIONAIS DE HOME CARE

Este é o espaço do site HomeCare Plus que tem por objetivo apresentar ao setor de saúde - mais especificamente às empresas de home care - os profissionais de que solicitam uma melhor colocação no mercado de trabalho e que tenham envolvimento direto com o setor de assistência domiciliar.

Principais áreas de interesse: medicina, enfermagem, nutrição, fisioterapia, fonoaudiologia, serviço social, terapia ocupacional, entre outros.

Importante : O site HomeCare Plus não se responsabiliza pelas informações contidas em cada apresentação que será de inteira e total responsabilidade do próprio profissional.

O prazo máximo de veiculação da apresentação é de trinta (30) dias. Após este período, será cobrada uma taxa de manutenção, depois de um prévio contato com o profissional. Para deixar sua apresentaçao, basta enviar um e-mail com suas características à equipe HomeCare Plus pelo e-mail: homecareplus@homecareplus.com.br

Atenção: Utilize no máximo cinco (5) linhas. Para que o seu anúncio seja válido, você deverá apresentar:

  • Profissão ou Especialização

  • Nome Completo

  • Breve apresentação de sua experiência profissional ou acadêmica

  • Local (cidade ou estado) onde deseja trabalhar

No final, coloque também seu e-mail ou telefone de contato para que as empresas e outros interessados possam contatá-lo diretamente.

Dica: Visite sempre o site HomeCare Plus. Bons profissionais devem estar sempre bem informados e por dentro das novidades do mercado.


ADMINISTRATIVO

Paulo Sérgio Alves Teixeira
Experiência em:Almoxarife, Controle e Estoque,Conferente, Aux. De D.P, Pgt° de Benefícios , PIS , FGTS, Recisões e etcs, Controle de Medicação e Distribuição,Separação,Esterilização, Aquisições de Materiais Hospitalar ,Contas a Pagar e Receber e Atualmente Controle de Intenações e Conferente de Logística Hospitalar de Home Health Care.
Email: paulosergioalvesms@hotmail.com

ASSISTENTE SOCIAL
Candida Maria Ferreira da Silva
Formada pela UFF, experiência hospitalar, gerenciamento de equipes, planejamento e execuçoes de ações. Teologa, experiente em lidar com pessoas, situaçoes stressantes, de pressão, mediadora de conflito. Aceito trabalhar em qualquer lugar do Brasil, preferência para Rio de Janeiro e Recife.

E-mail: donadonzinha@hotmail.com
AUXILIAR DE ENFERMAGEM
Ana Maria Oliveira de Souza Santana
Auxiliar e técnica de enfermagem,com ampla experiência em pronto socorro de ortopedia, ala masculina e feminina,clínica médica,iodoterapia,ambulatório,formada pela Escola da Santa Casa de São Paulo.
Email: anamoss@ig.com.br


Thais Ellen Meira Chamorro
Sou formada como Auxiliar de Enfermagem, estou cursando o Tecnico de Enfermagem que será concluido em Outubro de 2006.
Email: thais.cit@bol.com.br


Nilza Santos de Oliveira Silva
Trabalhei com idosos em residência.
Email: nilsagoldy@yahoo.com.br
AUXILIAR E TÉCNICO DE ENFERMAGEM
Thais Ellen Meira Chamorro
Sou formada como Auxiliar de Enfermagem, estou cursando o Tecnico de Enfermagem que será concluido em Outubro de 2006.
Email: thais.cit@bol.com.br

Viviane de Azevedo Silva
Estudante com experiência pelo colégio onde curso Estágio na área geriátrica (Hospital Clínica Infantil) do Ipiranga. Conclusão prevista para Junho/06.
Email: viviane_nirvana@hotmail.com


Douglas Camilo Rodrigues e Silva
Trabalhei no
Hospital Ipiranga, Hospital Pérola Byngton, Hospital Geral de Taipas, Hospital Vila Nova Cachoeirinha, entre outros.
Tel : (011) 3337-7095 /3338-2473

Rozangela Izilda Roberta Dos Santos
Tenho disponibilidade de horario manhã e tarde.Tenho experiência de 1 ano em Home-care(Cargo:técnica de enfermagem),1ano e 4 meses Casa de Saúde do Índio(Cargo: tecnica De enfermagem), 6 meses Ambulancia-Remoção(Cargo:Tecnica de enfermagem,2anos PSF(Cargo Auxiliar de enfermagem, tenho disponibilidade em mudança de Estado e Pais.

Email: rozangelaizilda@hotmail.com

Izabel Rodrigues Finato
Formada em 2004 em Enfermagem e em 2005 em Técnica de Enfermagem
no Instituto Paulista de Enfermagem - São Caetano do Sul.
Tenho estágios nos hospitais:Complexo Hospitalar Ipiranga, Hospital Heliopólis, Hospital Beneficiente S. C. S. entre outors.

Email: izabelfinato@yahoo.com.br


Cristina Nunes Capeloa
Recém formada em enfermagem, com experiência em cardiologia. Experiência em UTI. Formada pelo Centro Universitário Nove de Julho.
Email: chryscapeloa@hotmail.com

ENFERMAGEM

Daniela Picazio
Formação na Universidade Anhembi Morumbi. Cursando Pós Enfermagem Obstétrica na Universidade São Camilo. Experiência de estágio supervisionado (HC- Pneumologia/ Clínica Médica/CC) INCA, InCOR - PS e UTI;  Maternidade Hospital Vila Alpina; UBS Mooca e Belenzinho; Naps Santo André - PQ.
Email: dani_picazio@yahoo.com.br


Glaucia Rodrigues Ferreira dos Santos
Experiência em home care e remoção domiciliar em UTI móvel, prestando cuidados de primeiros socorro, punção venosa, imobilização, curativos, aspiração, medicações, sinais vitais.
Email: glauciafsantos@yahoo.com.br

Jaqueline Eleotério
Formação na Universidade Guarulhos. Cursos no SAE (2004) e Terapia Renal Substitutiva (2005) no Hospital Santa Catarina.
Email: deialealab@hotmail.com


José Delfino de Oliveira Neto
Formação na Universidade Bandeirante de São Paulo (UNIBAN).
Experiência: São Paulo Internação Domiciliar (Função: Captação Home Care) e na APS Consultoria e Auditoria (Função: Captação Home Care)
Email: albierry@uol.com.br

Josilene Amorim dos Santos
Tenho experiencia em UTI neonatal e Pediatria.
Gostaria de trabalhar em alguma empresa no Rio de Janeiro.
Email: josysantos@click21.com.b

Karina Silva Inocentini
Formação na Universidade do Grande ABC. Recém formada, com cursos e TCC sobre liderança e gerenciamento.
Email: kakinh@hotmail.com

Maria Ariana Corrês Borba Alves
Formada na Faculdade Metropolitana Unida (FMU). Experiência em: Drogas Pisicotrópicas,Cuidados com Estomas,Atualização em Reabilitação e Atualização em Vacinas.
Email: borba.dri@gmail.com.br

Liz Angela Alves
Graduada na PUC-PR. Experiência em cuidado a clientela de média e alta complexidade, pediátrico, adulto e geriátrico, portadores de nescessidades especiais físicas e mentais.Tenho interesse por atuar em Curitiba e região, com disponibilidade de horário flexível. Inglês fluente.
Email: liz.a@zipmail.com.br

Viviane Garcia Silva
Graduada pela Universidade Guarulhos, com término ao Curso de Pós-Graduação em Geriatria e Gerontologia, tenho experiência em cuidar de pacientes acamados, proporcionando uma Assistência de Qualidade.
Email: vicagsilva@bol.com.br

Eliene Pais Alves
Recém-formada na Uniban.Experiência de estágios supervisionados em semiologia e semiotécnica,Saúde do Adulto,da Mulher(H Cruz Azul).Centro Cirúrgico,Administração,UTI(H Voluntários).Saúde da criança,PS,(HGT).
Email: ElienePais@terra.com.br


Tania Mara Quintino
Exepriência em pronto socorro Clínica Médica, eletrocardigrama, sala de medicação e UTI adulto, 5 anos como auxiliar de enfermagem.
Email: tmquintino@uol.com.br

Adão Ferreira Cavalcante
Recém formado pela Universidade Anhembi Morumbi com experiência em Clínica Griátrica e Home Care, como Téc.de Enfermagem, estágio curricular no serviço de geriatria do Hospital das Clínicas, curso de cuidador de idosos e recreação.
Email: arkju@terra.com.br
FISIOTERAPIA

Rubens Guilherme
Graduação em Fisioterapia na UniverCidade, RJ. Pós Graduação (cursando) em Acupuntura na FRASCE. Cursos: Terapia Manuais e Watsu. Estágio na Clínica de Ortopedia Ossotrauma, Clínica Escola da Universidade nas àreas: ortopedia, neurologia, CTI, cardiorespiratório, pediatria e hidroterapia. Atendimento domiciliares e empresarial
Cel: (021) 8787-0631
Email: rubensgnr@yahoo.com.br


Vivian Tchakmakian
Graduação em Fisioterapia, realizado no Centro Universitário São Camilo
Estágio na Clínica de Fisioterapia Fisiosantana e Estágio de observação do Curso de Fisioterapia na Clínica Escola São Camilo
Email: viviantchak@hotmail.com

Thais Paula Palopoli
Graduação em fisioterapia pelo Centro Universitário São Camilo.
Especialização em fisiologia do exercício e treinamento resistido na saúde,
na doença e no envelhecimento. Experiência na área, com atuação em atendimento de pacientes com patologias respiratórias, ortopédicas e neurológicas, tanto crianças como adultos e idosos.
Email: tatafisio@ig.com.br

Guilherme Spadin Balbani
Fisioterapeuta, pós-graduando em fisiologia do exercício na Universidade São
Paulo e Ortopedia na Universidade São Judas Tadeu
Email: guilhermebalbani@ig.com.br


Leandro Vilela Oliva
Profissional experiente,com cursos de RPG (metodo Souchard- original) e Pilates.  Atua nas areas de ortopedia, neurologia e hidroterapia.
Email: olivaleandro@yahoo.com

Thiago Loureiro
Formado a 5 anos, com esperiência comprovada em Home Care de 3 anos em cargo de gerência de fisioterapia e atendimento no domicilio.Credenciado pela CABERJ para atendimento domiciliar. Pós Graduando em Administração em Saúde pela Candido Mendes." Cursando MBA em Administração avançada em sistemas de saúde pela São Camilo.
E-mail: thiagoloureirofisio@yahoo.com.br

Carolina Lino
Fisioterapeuta graduada em 2003 pela UNICID; especializada em Fisioterapia Hospitalar pela USP em 2004/2005. Experiência de 6 meses em Home Care. Formação em RPG pela FENAFITO. Interesse em atuar em Ararquara.
Email: carolina_lino@hotmail.com


Daniela D"Attilio Toledo
Sou formada há tres anos, possuo especialização e experiencia em atendimento domiciliar, autonoma, com automovel e disponibilidade integral
Email: daniela.toledo@ig.com.br

Valéria Zager
Atuo na área de traumato, RPG e drenagem linfática (pré e pós cirurgicas).
Preferência para os bairros de jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio no Rio de Janeiro.
Email: valeriaz@globo.com

Carolina Scalzaretto Martinez
Graduação: Universidade Bandeirantes e Pós Graduação:FMUSP/ CECAFI ( Fisiologia do Exercício Resistido na saúde, na doença e no envelhecimento – 2005/06). Experiência: Clinica de Fraturas Zona Norte, UTI - Hospital Geral Vila Nova, entre outros. Atuo em ortopedia, neurologia, geriatria, estética.
Email: caru@scalzaretto.com.br
FONOAUDIOLOGIA

Renata Gonçalves
Cursando pós-graduação em Voz, experiência em Atendimento Home Care da infância à terceira idade. Gagueira, Trocas de fonemas, Oratória, Ginástica facial, Linguagem, Voz, dicção, dentre outros.

Email: renatagda@gmail.com


Márcia Ricardo Razuk
Graduação:PUC-SP; Pós-Graduação em Fonoaudiologia Clínica e Hospitalar no Hospital Beneficência Portuguesa; Especialização em Linguagem; Atuação: Consultório particular e atendimento domiciliar (Linguagem,disfagia e síndromes).
Email: marcia_razuk@hotmail.com

Deborah Brandão
Graduada pela Faculdade de Medicina da USP, pós graduação concluída em Neurolingüística em Fonoaudiologia pelo HCFMUSP e atualmente cursando pós-graduação em Câncer de Cabeça e Pescoço no HCFMUSP. Experiência em reabilitação alimentar e de linguagem e atuação na gde SP com carro próprio.

Email: de_fono@hotmail.com
PSICOLOGIA

Tania Machado
Profissional com 10 anos de experiência em Atendimento Domiciliar/Hospitalar/Home Care (Cassi, Caberj, Petrobrás, Funcef e particulares) em Campinas e arredores. Avaliação diagnóstica, laudos, supervisão de equipes etc., atuando em equipe multidisciplinar. Inglês e francês fluentes.

E-mail: taniarj@terra.com.br  

TÉCNICO DE ENFERMAGEM
Eudes Batista de Carvalho
Técnico de enfermagem especializado em enfermagem do trabalho, técnico de processamento de dados, linguas: inglês e espanhol.
E-mail: eubacar@yahoo.com.br

Daniele Barbosa Santos
Tenho experiência de um ano na área geriátrica,e estágios em casa de repouso, me formei em agosto de 2005.
Email: dani_dbs@ig.com.br


Daniele Barbosa Santos
Formada em 2005, experiência de um ano como home care em Guarulhos e estágios em todas as áreas hospitalares

Email: dani_dbs@ig.com.br

Márcia Mangas
Gostaria de trabalhar nas empresas de home care no Rio de Janeiro.

Email: marciamangas@terra.com.br

Eudes Batista de Carvalho
Tenho 26 anos, téc. de enfermagem resgatista atuando hoje na RJ-124 em uma equipe de resgate pré hospitalar prestadora de serviços para a Via Lagos, falo inglês e espanhol e também sou especializado em enfermagem do trabalho, não importo em trabalhar off-shore.
Email: eubacar@yahoo.com.br

José Carlos de Castro Junior
Téc. de Enfermagem registrado no COREN: 04023/04. Experiência na Pontual Remoções Médicas LTDA com qualificações na Unidade móvel suporte básico e avançado UTI, Complexo Hospitalar Mandaqui com qualificações no Centro Cirúrgico Clinica Medica, entre outros.
Email: jocajuca79@bol.com.br













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