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AMBIENTE DE TRABALHO CONTRIBUI PARA AUTO - MEDICAÇÃO O livre acesso à pequena farmácia disponível em algumas empresas ou o apelo ao colega precavido que sempre dispõe de um comprimido para qualquer mal-estar, além da facilidade no Brasil em se adquirir remédios controlados, podem significar riscos à saúde. De acordo com o médico Gilberto Ururahy, a automedicação pode mascarar doenças graves e até mesmo causar dependência. O médico alerta que, para manter a saúde em dia, todo trabalhador deve manter seu check-up atualizado.
Independentemente da posição que ocupam na empresa, idade ou sexo, a maioria dos trabalhadores recorre, em algum momento da vida profissional, a um desses medicamentos como forma de enfrentar o turbilhão do cotidiano - lamenta o médico. Ignorando os riscos a que se submetem, os mais velhos optam pelo mau hábito, visando a melhora em suas condições físicas. Já os mais jovens praticam a automedicação para enfrentar as doenças como modernas, entre elas as psicossomáticas, como a síndrome do pânico. O que ambos esquecem é que os medicamentos apresentam efeitos colaterais. O ácido acetilsalicílico (aspirina), por exemplo, tão utilizado para dores de cabeça, pode acarretar alergia, gastrite ou hemorragia digestiva quando utilizado de maneira continuada. O mesmo pode ocorrer mediante uso freqüente de anti-inflamatórios. Outro exemplo são os antibióticos, que podem não produzir o efeito esperado, gerar resistência e até provocar o desenvolvimento de fungos indesejáveis. Essa bengala química traz riscos ao coração, ao fígado e aos rins, entre outros órgãos - alerta o médico. Para Gilberto Ururahy, além da questão cultural do brasileiro, a prática da automedicação é impulsionada pelo envolvente marketing praticado pelas indústrias farmacêuticas. As vendas anuais de vitaminas nos Estados Unidos giram em torno de US$ 15 bilhões. Embora não haja dados de órgãos oficiais, a experiência do médico aponta que, no Brasil, a realidade não é muito diferente. Aqui, o indivíduo comumente se automedica com o balconista da farmácia, seja por falta de tempo, impaciência, comodidade, ou até economia, evitando uma consulta médica. Quando não, busca facilmente todo tipo de medicamento através da internet, hábito cada vez mais difundido e perigoso - pondera Ururahy. ENFERMAGEM CRESCENTE Novas análises do Instituto Canadense de Informação para a Saúde, baseado em pesquisas entre os anos de 2006/2007, revela que 33% dos cuidadores de pacientes de longa duração, com necessidades de alta complexidade, foram diagnosticados com sintomas de esgotamento (caregivers burden), o qual é duas vezes mais a taxa encontrada em cuidadores que fazem serviços de menor complexidade, ou seja, 16%. AVANÇO NO ATENDIMENTO A auxiliar de enfermagem Nilza Costa Veríssimo, de 44 anos, acompanhou, com interesse, a primeira aula do curso de aperfeiçoamento do Programa de Educação à Distância para profissionais das equipes de saúde da família.
Está em estudo no Ministério da Educação uma proposta que prevê o financiamento de cursos de graduação na área de saúde para alunos que se dispuserem a prestar serviços na rede pública. O objetivo é tentar reduzir a falta de médicos e profissionais de saúde em regiões distantes e no interior dos Estados. FACILITAJA.COM.BR NA ÁREA DA SAÚDE O site www.facilitaja.com.br que visa desenvolver uma biblioteca virtual publicando trabalhos acadêmicos (teses, artigos ou monografias), com o intuito de auxiliar os estudantes, bem como os profissionais a encontrar matérias e maiores informações para os seus projetos de pesquisa, firmou este mês, uma parceria com o Portal HomeCare Plus. A parceria tem como meta oferecer maiores subsídios aos estudantes da área de saúde. Aqueles que tiverem seus trabalhos publicados no site FacilitaJa.com.br, quer serão previamente analisados pela comissão editorial do site, após a publicação do trabalho, também terão uma remuneração pelo trabalho escolhido e publicado. Futuramente, os Top Autores do site FacilitaJa.com.br que tiverem seus trabalhos mais acessados por outros estudantes e demais interessados, contarão com um subsídio extra de participação. Para Pierre Villela Petit, Diretor do site FacilitaJa.com.br, que é filial da empresa francesa (Oboulo.com), o site também se preocupa em desenvolver uma política de inclusão digital ao ajudar o público mais carente que não possui dinheiro para comprar livros, porém tem o auxílio da internet para estudarem em suas faculdades ou centros do governo que disponibilizam ao acesso à internet. Prova disso, é que em editorial recente da revista The Economist fica claro ao afirmar que “a empresa bem-sucedida de amanhã não pode mais ser uma instituição sem rosto, que não faz nada além de vender o produto certo pelo preço certo. Ela terá de se apresentar como uma pessoa humana – como um ator inteligente, de caráter íntegro, que se submete explicitamente ao julgamento dos demais no que se refere ao tratamento que dispensa aos seus empregados e suas relações com o mundo todo”. Além da atratividade tecnologica do serviço FacilitaJa.com.br, a ambição da parceria junto ao Portal HomeCare Plus é criar uma base de conhecimento colaborativo específica e melhorar o acesso dos estudantes da área de saúde às ferramentas educacionais modernas e eficazes. DA CARIDADE À PROFISSÃO Pessoas dedicadas ao cuidado dos doentes existem desde sempre – mas essa atividade, por muito tempo, foi associada a um trabalho voluntário, de caridade, e normalmente executado por membros de ordens religiosas. Só no século 19 a enfermagem começou a se tornar realmente uma profissão. Quem conta é a professora Marilene Mangini Correia, diretora do curso de Enfermagem da PUCPR. Hoje, os enfermeiros estão não apenas nos hospitais, mas conquistaram um campo de trabalho muito mais amplo. No entanto, mantêm o espírito dos seus antecessores voluntários. “O essencial da profissão é cuidar de pessoas”, descreve Maria Luiza Hexsel Segui, coordenadora de enfermagem do Hospital de Clínicas, em Curitiba.
Esse contato com as pessoas é um dos aspectos mais cativantes da profissão, diz Maria Luiza – e gostar disso é uma característica praticamente obrigatória nos candidatos a enfermeiro, para Marilene. Mas o curso não pede apenas disposição para ser um anjo da guarda: há disciplinas que lembram mais a faculdade de Medicina, como microbiologia, histologia e anatomia. “Na verdade, existe um núcleo básico de disciplinas comuns a todos os cursos da área de saúde”, explica Marilene – o que pode levar a uma certa confusão entre as carreiras. Maria Luiza se formou em 1981, em Passo Fundo (RS). “Nossa turma foi a primeira do curso na universidade. Saímos todas empregadas”, lembra. Na época, as alternativas para enfermeiros eram duas: hospital ou docência. Maria Luiza escolheu os hospitais, onde viveu toda a sua carreira, no Rio Grande do Sul e em Curitiba. No HC , ela passou pela emergência, pela infectologia e pela UTI adulta. Há um mês e meio está na coordenação de enfermagem. Quem se forma agora, no entanto, tem um leque muito maior à disposição. Marilene e Maria Luiza listam as possibilidades: dentro dos hospitais, setores de compras, administração, auditoria e treinamento; fora, há emprego em clínicas, consultórios, unidades de saúde, empresas de produtos médicos, planos de saúde, seguradoras, empresas com muitos funcionários (obrigadas a ter enfermeiros) e na assistência domiciliar, o chamado “home care”, em que os cuidados são feitos na casa do paciente. Mas, apesar do crescimento no campo de trabalho, o recém-formado precisa estar preparado para um começo de muito esforço. “Infelizmente a remuneração inicial muitas vezes força o enfermeiro a ter mais de um emprego”, diz Marilene. E Maria Luiza dá mais um conselho: “o mercado está ficando cada vez mais competitivo. Quem quer uma posição sólida não pode se contentar apenas com a graduação.” SAMEDLAR REALIZA ESTÁGIO EM ENFERMAGEM Por: Enfermeira Mônica Chaves da SamedLar (MG) A Enfermeira Mônica Chaves da SamedLar (MG) destaca a importância do estágio dos alunos em graduação em enfermagem para o setor de home care. Como enfermeira e pesquisadora, vivencia de perto a importância do ensino, da pesquisa e da prática na formação dos alunos. No caso da SamedLar, foram desenvolvidos alguns projetos tais como: Avaliação do perfil do pacientes internados no ano de 2005, aplicabilidade da teoria de Florence Nightingale na assistência Domiciliar, entre outros. Outra conquista é que através do estágio estamos possibilitando o desenvolvimento de recursos humanos em saúde. Duas das enfermeiras qua trabalham atualmente na empresa foram acadêmicas. Quando escrevi esta análise, parti do pressuposto da importância do estágio dos alunos em graduação para as instituições. No entanto, algumas instituições se negam a receber os alunos para estágio. Como enfermeira e pesquisadora vivencio isso de perto, e sei da importância do ensino, da pesquisa e da prática para formação dos alunos. Acredito que o principal desafio da inserção do aluno no home care, e acredito que em qualquer campo de estágio é que ele possui uma visão crítica da prática cotidiana, então é necessário que toda a equipe esteja apta para lidar bem com isso. São muitos questionamentos e opiniôes baseadas muitas vezes na teoria. Mas que muitas vezes contribuem para o aprimoramento do processo de trabalho. Por outro lado, é muito importante a inserção de alunos nas instituições, pois possibilita o crescimento e o desenvolvimento de projetos de pesquisa. No caso da PUC-MG, os alunos para concluirem o curso de graduação de enfermagem devem desenvolver um projeto de pesquisa, com base no diagnóstico situacional do campo de estágio. Desta forma são desenvolvidos muitos trabalhos que são de fundamental importância para o desenvolvimento de ações priotitárias para a melhoria da qualidade da assistência prestada pela instituição. No caso da SamedLar (MG), foram desenvolvidos alguns projetos tais como: Avaliação do perfil do pctes internados no ano de 2005, aplicabilidade da teoria de Florence Nightingale na assistência Domiciliar, entre outros. Outra conquista é que através do estágio estamos possibilitando o desenvolvimento de recursos humanos em saúde. Duas das enfermeiras qua trabalham atualmente na empresa foram acadêmicas. Neste semestre, não tivemos alunos para estágio, isto se deve a escolha dos alunos, pois no últmo período (nono) os alunos escolhem o campo de estágio que desejam fazer estágio. Isto possibilita que o aluno, geralmente escolha o campo que deseja ingressar após a conclusão do curso PROGRAMAS DE SAÚDE DA FAMÍLIA DÃO NOVO IMPULSO À ENFERMAGEM
Grandes hospitais de Recife não encontram profissionais , e classes inteiras de universidades do Norte estão sendo contratadas logo após a formatura. O problema, admite Linhares, são os salários. Sem legislação específica, os valores ficam ao sabor da livre negociação entre patrões e empregados. Outra mudança significativa diz respeito aos campos de atuação. Segundo a resolução 260/2001 do Cofen, 37 especialidades são consideradas típicas desses profissionais (ver quadro), que vêm conquistando espaço até na acupuntura. Dados do Cofen indicam que pelo menos 7.000 profissionais estão capacitados para atuar na área. A presidente do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), Akiko Kanazawa, aposta ainda na continuidade da expansão do serviço privado de home care (cuidar do paciente em sua casa), que surgiu na década de 90 em razão do alto custo hospitalar das internações. Esse é o caso de Andressa Ruiz, de 24 anos, que estagiou em uma unidade do PSF da Prefeitura de São Paulo na zona sul da cidade. Aluna do quarto ano, Andressa acompanhou durante um mês uma equipe do programa, visitando famílias e participando de projetos educativos. A experiência lhe trouxe a saudável dúvida sobre qual área seguir. “Gosto de saúde pública e de pediatria. Como no PSF também atendo crianças, penso em conciliar as duas atividades.” Na Unifesp, o desafio é implementar uma metodologia cada vez mais interdisciplinar e abordar as três grandes áreas definidas pela resolução: ciências biológicas e da saúde, ciências humanas e sociais e ciências da enfermagem. “Precisamos ter um novo olhar sobre o ensino”, explica a coordenadora do quarto ano do curso de enfermagem da Unifesp, Rosali Barduchi Ohl. MERCADO DE TRABALHO EM CRESCIMENTO Hoje, no Estado de São Paulo há quase 200 mil profissionais trabalhando como auxiliares e técnicos de enfermagem. Eles trabalham ao lado dos enfermeiros e médicos e precisam de um curso técnico para entrar no mercado. A equipe que fica com o cliente 24 horas é a equipe de enfermagem. A carga horária do auxiliar e do técnico é de seis horas por dia, durante a semana. Com plantões aos finais de semana de 12 horas. O auxiliar de enfermagem faz atividades básicas como: auxiliar na alimentação, auxiliar no banho e higienização. Já o técnico de enfermagem faz atividades mais complexas e invasivas como, por exemplo, administração de uma medicação por soro. Este é um profissional que lida com a dor, com o sofrimento do outro. Uma das coisas que os profissionais mais utilizam é com o sentimento de humanização no atendimento, tanto hospitalar como domiciliar em franco crescimento e que oferece boas oportunidades de trrabalho. Além do conhecimento técnico é necessário ter um bom aprendizado nas relações humanas. Um auxiliar ou um técnico de enfermagem para um bom serviço deverá ter, segundo os especialistas, contar com: paciência, carinho pelo paciente e muita atenção para administrar qualquer emergência, ter amor pelo próximo e respeito com a vida dele. O curso é dividido: depois de um ano e dois meses eles podem ser contratados como auxiliar de enfermagem. Mais dez meses estudando e eles estão preparados para trabalhar como técnico em enfermagem. Durante os estudos para ser técnico e auxiliar um dos primeiro módulos é a preparação para a ciência do cuidar. O aprendizado inclui anatomia, fisiologia humana e todas as técnicas do cuidado de enfermagem. No segundo módulo os ensinamentos são exclusivamente para cuidados de alta complexidade, como: terapia intensiva, pronto socorro e UTIs de neo-natologia, Auxiliar de enfermagem: o piso fica entre R$ 427,00 e R$ 484,00, depende do local de trabalho, se é em uma clínica ou um hospital . A média, no mercado, é de R$ 700,00, mas o auxiliar pode ganhar até R$ 1.200, 00. Desde junho de 2003, o curso de auxiliar de enfermagem deixou de existir sozinho e passou a ser uma etapa, um módulo do curso de Técnico de Enfermagem. Quem fez o curso antes desta data e hoje trabalha como Auxiliar de Enfermagem continua trabalhando até se aposentar. O curso completo - Auxiliar + Técnico de Enfermagem - tem duração de 1 ano e meio, mas o aluno já pode trabalhar em hospitais ou clínicas desde que já tenha concluído a primeira etapa, que é a de auxiliar de enfermagem. Quem concluir o curso de auxiliar de enfermagem, obrigatoriamente terá que concluir o de técnico de enfermagem num prazo máximo de cinco anos. Do contrário, não terá a carteira definitiva do Conselho Regional de Enfermagem, documento exigido na hora da contratação. É importante que a pessoa interessada em atuar na área escolha fazer o curso em uma escola técnica credenciada. Para isso o candidato deve procurar a Secretaria de Educação do Estado e verificar se a escola que escolheu está cadastrada e credenciada a ministra o curso de técnico de enfermagem ou auxiliar de enfermagem. Se você fizer o curso em uma escola que não é credenciada não poderá exercer a profissão. Enfermeiros, técnicos e auxiliares : funções distintas Cada profissional tem seu papel bem definido. Assim, os auxiliares respondem pela locomoção de pacientes, transferências de macas, manutenção e reposição de medicamentos, equipamentos e materiais . Já os técnicos precisam ficar atentos aos horários dos medicamentos e aplicações de remédios, além do acompanhamento do paciente, banhos refeições. nico pode chegar a R$ 1.600,00 Os enfermeiros que precisam ter formação no curso superior da área, ocupam o nível mais alto dessa hierarquia. São eles que ficam responsáveis pelos procedimentos de admissão, exames físicos, auxiliam o médico no diagnóstico ou indicam o tratamento mais adequado. Piso salarial para enfermeiros do Estado de São Paulo 2005/2006: Fonte: SINDHOSP - Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde, Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas - Válido até agosto de 2006 – Fonte: SINBFIR - Sindicato das Institutições Beneficentes, Filantrópicas e Religiosas do Estado de São Paulo: 1.526,00 Auxiliar de enfermagem: R$ 484,00 Para clínicas, consultórios e laboratórios com mais de dez até vinte e cinco empregados , ficam estabelecidos os seguintes pisos salariais: Auxiliar de enfermagem: R$ 427,00 Áreas de atuação: - Clínicas e Consultórios de Terapias Complementares- massagem, fitoterapia, podologia, heiki e outras. Home care assistência domiciliar em ascensão no Brasil. - Hospitais, unidades básicas de saúde, ambulatórios, programas saúde -família, Serviço SAMU atendimento urgência. - Auditorias de qualidade, Acreditação Hospitalar , Prontuário, Auditoria de riscos- responsabilidade civil profissional. - Seguradoras de saúde, Operadoras de planos de saúde. Escolas, Universidades como docentes de teoria e acompanhamento de estágio prático em hospitais. - Acadêmica, Pesquisadores Enfermeiros Doutores para os Ministérios do Brasil. Empresas em geral com ambulatório de enfermagem-Qualidade de vida do trabalhador. Escolas de 1,2 graus com ambulatório PROFISSIONAIS DE HOME CARE Este é o espaço do site HomeCare Plus que tem por objetivo apresentar ao setor de saúde - mais especificamente às empresas de home care - os profissionais de que solicitam uma melhor colocação no mercado de trabalho e que tenham envolvimento direto com o setor de assistência domiciliar. Principais áreas de interesse: medicina, enfermagem, nutrição, fisioterapia, fonoaudiologia, serviço social, terapia ocupacional, entre outros. Importante : O site HomeCare Plus não se responsabiliza pelas informações contidas em cada apresentação que será de inteira e total responsabilidade do próprio profissional. O prazo máximo de veiculação da apresentação é de trinta (30) dias. Após este período, será cobrada uma taxa de manutenção, depois de um prévio contato com o profissional. Para deixar sua apresentaçao, basta enviar um e-mail com suas características à equipe HomeCare Plus pelo e-mail: homecareplus@homecareplus.com.br Atenção: Utilize no máximo cinco (5) linhas. Para que o seu anúncio seja válido, você deverá apresentar:
No final, coloque também seu e-mail ou telefone de contato para que as empresas e outros interessados possam contatá-lo diretamente. Dica: Visite sempre o site HomeCare Plus. Bons profissionais devem estar sempre bem informados e por dentro das novidades do mercado.
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